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FCDL-GO e FEE reúnem líderes do poder público para debater jornada de trabalho

  • 13 de abr.
  • 1 min de leitura
Encontro teve participação do prefeito Sandro Mabel, de Goiânia, e do deputado federal José Nelto

Ao lado de Valdir Ribeiro, prefeito Sandro Mabel ouviu as considerações de líderes do FEE sobre possíveis mudanças na jornada de trabalho - Foto: Naira Batista
Ao lado de Valdir Ribeiro, prefeito Sandro Mabel ouviu as considerações de líderes do FEE sobre possíveis mudanças na jornada de trabalho - Foto: Naira Batista

A FCDL-GO participou nesta sexta (10), na sede da AGM (Associação Goiana dos Municípios), em Goiânia, de uma reunião extraordinária do FEE (Fórum das Entidades Empresariais de Goiás) sobre a modernização da jornada de trabalho no Brasil. Foram convidados para o encontro 16 prefeitos, os 3 senadores por Goiás e toda a bancada goiana na Câmara dos Deputados.


O prefeito Sandro Mabel, de Goiânia, e o deputado federal José Nelto participaram da agenda, além do prefeito de Jaraguá, Paulo Vitor Avelar; do presidente da AGM, Zé Délio Jr, prefeito de Hidrolândia; e outras autoridades públicas.


A pedido do Fórum Empresarial, deputado José Nelto também participou da reunião - Foto: Naira Batista
A pedido do Fórum Empresarial, deputado José Nelto também participou da reunião - Foto: Naira Batista

Representada pelo presidente Valdir Ribeiro, a FCDL-GO ecoou na reunião o posicionamento já consolidado pela CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) sobre o tema.


A CNDL é signatária de um manifesto coletivo, que agrega mais de 100 entidades Brasil afora em defesa de um debate mais aprofundado acerca do assunto. Num trecho do texto, o manifesto alerta:


Agenda teve como anfitrião o presidente da AGM e prefeito de Hidrolândia, Zé Délio Jr - Foto: Naira Batista
Agenda teve como anfitrião o presidente da AGM e prefeito de Hidrolândia, Zé Délio Jr - Foto: Naira Batista

"Proteger quem mais precisa significa, também, prevenir que mudanças provoquem aumento da informalidade, da necessidade de aumento do volume de trabalho para obter renda complementar, e esvaziamento da promessa de melhoria de qualidade de vida."



Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO


 
 
 

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