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FCDL-GO parabeniza CDL Padre Bernardo pela criação da entidade

A FCDL-GO dá as boas-vindas à CDL Padre Bernardo, fundada nesta segunda-feira (05) com apoio da Federação e do CESPC Goiás (Conselho Estadual de SPC). A nova Câmara de Dirigentes Lojistas foi criada por ato de uma comissão especial instituída para organizar a formalização daquela CDL.

Assessor jurídico da FCDL-GO, Woner Protásio participou da reunião de fundação da CDL Padre Bernardo. Temporariamente, até que seja realizada assembleia para eleição da Diretoria Executiva, a CDL será gerida pelo lojista Cleudimar Martins Loiola, presidente da Comissão Especial.

A CDL Padre Bernardo nasce com a missão prioritária de representar os associados nas demandas sobre o funcionamento do comércio na pandemia de Covid-19, sobretudo nas questões levadas para decisão do Judiciário. Segundo a Comissão Especial, a criação da CDL era um anseio antigo dos lojistas da cidade.

Localizado no Entorno do Distrito Federal, o município de Padre Bernardo fica a 246 km de Goiânia.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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Simples Nacional: empresas afetadas por crise podem parcelar dívidas

As micro e pequenas empresas afetadas pelo agravamento da pandemia de covid-19 podem parcelar os débitos com o Simples Nacional até o fim de junho, com desconto na multa e nos juros. A renegociação vale para dívidas vencidas de março a dezembro de 2020 e não pagas até hoje em decorrência da crise provocada pela doença.

As condições para a renegociação foram definidas pela Portaria 1.696, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que recriou as transações excepcionais que vigoraram no ano passado.

O parcelamento especial impede que as empresas sejam excluídas do Simples Nacional. O prazo para negociar os débitos inscritos em dívida ativa da União começou em 1º de março e se encerrará às 19h de 30 de junho. A adesão pode ser feita pelo portal Regularize. Basta o contribuinte escolher a opção Negociar Dívida e clicar em Acesso ao Sistema de Negociações.

Etapas

O processo tem três etapas. Na primeira, o contribuinte preenche a Declaração de Receita ou de Rendimento, para que a PGFN verifique a capacidade de pagamento do contribuinte. Em seguida, o próprio site liberará a proposta de acordo. Por fim, caso o contribuinte esteja apto, poderá fazer a adesão.

Após a adesão, o contribuinte deverá pagar o documento de arrecadação da primeira prestação para que a renegociação especial seja efetivada. Caso não haja o pagamento da primeira prestação até a data de vencimento, o acordo é cancelado.

Análise

As micro e pequenas empresas, assim como os microempreendedores individuais (MEI), poderão negociar débitos do Simples Nacional que passaram para a dívida ativa da União. Essa incorporação, no entanto, deverá ocorrer até 31 de maio deste ano.

Após o pedido de parcelamento, a PGFN analisará a capacidade econômica do devedor. As condições estão mais brandas que a das modalidades especiais de parcelamento criadas no ano passado, que só abrangiam a renegociação de dívidas classificadas como C ou D, com difícil chance de recuperação. Agora, a PGFN avaliará apenas os impactos econômicos e financeiros decorrentes da pandemia.

Para as pessoas jurídicas, a redução, em qualquer percentual da soma da receita bruta mensal de 2020 (com início em março e fim no mês imediatamente anterior ao de adesão) em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019, será levada em conta para a adesão.

Propostas

Com base no resultado da análise, a PGFN proporá a negociação no Portal Regularize. Em troca de uma entrada de 4% do valor total do débito, que poderá ser parcelada em até 12 meses, o saldo restante poderá ser dividido em até 133 meses para os contribuintes inscritos no Simples Nacional. O número de parcelas é maior que o das médias e grandes empresas, que poderão dividir o débito em até 72 vezes.

Em relação às micro e pequenas empresas e aos MEI, o desconto corresponderá a até 100% sobre os valores de multas, juros e encargos, respeitado o limite de até 70% do valor total da dívida. Por restrições impostas pela Constituição, a renegociação de dívidas com a Previdência Social está limitada a 60 parcelas (cinco anos).

Fonte: Agência Brasil

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FCDL-GO reúne líderes das CDL’s em Assembleia Geral Ordinária

A FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) realizou na última sexta-feira (26) a Assembleia Geral Ordinária da entidade.

O encontro, que contou com a participação de presidentes e representantes das CDLs de Goiás, serviu para a prestação das contas da Federação, além da apresentação das ações realizadas.

Durante a reunião, também foi revisado o planejamento para as atividades que serão desenvolvidas ao longo do ano.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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Quase 103 milhões de pessoas devem comprar nesta Páscoa

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes para os brasileiros. Mesmo em um cenário de insegurança diante da pandemia, este ano, a maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição de presentear familiares e amigos, com ovos e chocolates. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, mostra que cerca de 102,7 milhões de brasileiros devem realizar compras para a Páscoa 2021 – o que representa uma redução de 10,5 milhões de consumidores frente à estimativa de 2019.

De acordo com a sondagem, 64% dos consumidores pretendem comprar presentes e chocolates para a data, enquanto, 19% não pretendem ir às compras este ano, e 16% ainda não se decidiram.

Entre os consumidores que vão realizar compras na Páscoa, a maior parte (40%) relata a intenção de gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 31% vão gastar mais e 26% garantem que gastarão menos. Entre os que têm intenção de gastar mais, 38% dizem que os preços estão mais caros, 34% que comprarão mais produtos, e 30% que querem compensar a situação de isolamento social vivida pela pandemia.

Já aqueles que pretendem gastar menos citam a intenção de economizar (32%), o fato de terem outros compromissos financeiros para pagar (30%) e orçamento apertado (23%).

O levantamento da CNDL aponta ainda que, entre os que pretendem fazer compras, os principais motivos são: gostar de chocolate ou presentear alguém que gosta (35%), ser uma tradição da qual gostam de participar (28%) e ter o costume de presentear as pessoas que gostam (24%).

Entre os que não pretendem comprar presentes e chocolates, os principais motivos são: priorizar o pagamento de dívidas (38%), estar desempregado (36%) e o fato de não gostar ou não ter o costume de comprar presentes e chocolates para esta ocasião (19%).

A crise econômica gerada pela pandemia também está impactando as compras deste ano, de acordo com a pesquisa. Entre os que não devem comprar ovos ou chocolates porque estão endividados, desempregados, tiveram redução salarial ou estão distantes das pessoas que poderiam presentear, 78% afirmam haver influência do cenário da pandemia.

“Mesmo diante dos desafios sociais e econômicos que o país enfrenta, as vendas nesta Páscoa podem aquecer o varejo. Esse é o momento de o setor investir em promoções para atrair os consumidores, de olho naqueles que pretendem comprar mais e, sobretudo, nos que ainda não se decidiram”, avalia o presidente da CNDL, José César da Costa.

Média de gastos será de R$ 209

A pesquisa revela que as principais pessoas a serem presenteadas na Páscoa serão filho/a (55%), marido/esposa (42%), mãe (38%) e os sobrinhos/as (33%). Além disso, 27% pretendem presentear a si próprios.

A maioria dos entrevistados (57%) pretendem comprar ovos de chocolate industrializados, enquanto 43% bombons/caixas de chocolate industrializados, 40% ovos caseiros artesanais, e 30% barras de chocolate industrializadas.

Entre os que devem comprar ovos industrializados, 70% pretendem comprar produtos direcionados tanto a crianças quanto a adultos; 28% pretendem comprar apenas produtos voltados para adultos; e 16%, somente para crianças.

Já os que pretendem comprar produtos caseiros, os motivos mais frequentes são: gostar de algo mais personalizado (30%), a vontade de ajudar as pessoas que vendem (28%), e por considerar que a qualidade do chocolate é melhor (13%).

“Vimos um crescimento no último ano de pessoas que preferem comprar de pequenos lojistas ou vendedores autônomos, o que mostra, ao menos em parte, a preocupação do brasileiro com os comerciantes locais, tão impactados pela crise causada pela pandemia. Mesmo quem não tem um e-commerce ou uma loja online pode fazer suas divulgações e vendas por meio de redes sociais ou WhatsApp”, destaca Costa.

Os consumidores entrevistados pretendem gastar, em média, R$209,49 com as compras da Páscoa e comprar cerca de 5 produtos. A forma de pagamento mais utilizada será à vista (76%), especialmente no dinheiro (52%). Já 52% pretendem pagar à prazo, com destaque para o cartão de crédito parcelado (31%).

Supermercados são os principais locais de compra

O brasileiro está atento à diferença de preços entre os estabelecimentos, e por isso, 84% dos entrevistados pretendem fazer pesquisa antes de fazer suas compras, sendo que 50% pretendem pesquisar sobre todos os tipos de chocolate e 25% somente sobre os ovos de Páscoa.

O principal local de pesquisa serão os supermercados (62%), enquanto 52% pretendem pesquisar em sites na internet e 34% nas lojas de shopping. Entre os que pesquisam preços na internet, 77% citam os sites e aplicativos de varejistas, 60% os sites de busca, e 41% os sites de comparação de preços.

“O consumidor brasileiro já aprendeu que a variação de preços dos ovos de Páscoa é enorme e pode ficar próxima a 100% em algumas cidades, de acordo com o Procon. Então, ir às compras na primeira loja que aparece pode ser um erro grave. O ideal é se planejar com antecedência, usar a internet para pesquisar e só tomar decisões depois de ter visto os preços praticados em vários estabelecimentos”, lembra Costa.

Os principais locais de compra dos produtos para a Páscoa serão: supermercados (58%), lojas especializadas em chocolate (45%), e lojas de grandes varejistas (42%). 70% têm intenção de comprar em lojas físicas, seja de rua (44%) ou de shopping (40%), enquanto 65% também disseram que pretendem comprar pela internet, principalmente nos sites (22%) e no WhatsApp (20%).

Os fatores que mais influenciam a escolha do local de compra são: o preço dos produtos (42%), a qualidade (37%) e as promoções e os descontos (31%). 69% pretendem comemorar em casa, com aumento de 18 p.p. na comparação a 2019.

“Muitas capitais do país cumprem nesse momento medidas de fechamento de parte do comércio, o que deverá impactar diretamente na forma como os consumidores farão suas compras para a Páscoa, e também como costumam comemorar a data. Em muitas cidades, por exemplo, as lojas especializadas em chocolates estão fechadas, enquanto os supermercados, por serem atividades essenciais, continuam abertos. Por isso, o varejista deve estar preparado para atender por delivery, oferecer serviços de entrega e vendas pela internet”, acrescenta o presidente da CNDL.

24% dos que querem comprar têm contas em atraso

Mesmo com o cenário de crise e de desemprego, boa parte dos consumidores pretende realizar compras na Páscoa ainda que com o orçamento comprometido. 24% dos entrevistados que pretendem comprar chocolates e presentes possuem contas em atraso, sendo que 66% estão com o nome sujo. Além disso, 5% acreditam que vão deixar de pagar alguma conta para comprar produtos para a Páscoa.

Outro dado que inspira preocupação e denuncia o comportamento imprudente de alguns consumidores é que 26% admitem gastar mais do que podem com as compras na data e 23% dos que realizaram compras na Páscoa do ano passado afirmam que ficaram com o nome sujo pelos gastos realizados na data, sendo que 13% ainda estão negativados e 10% já limparam o nome.

“Como qualquer outra data comemorativa, a Páscoa está sujeita a diversos mecanismos do marketing e da propaganda para estimular o consumo, já que se trata de uma data importante para o comércio. Então as pessoas acabam, muitas vezes, cedendo ao consumismo e exagerando nos gastos”, afirma Costa. “Se o consumidor está preparado, se ele reservou uma quantia para gastar na Páscoa, tudo bem. Mas as compras devem ser feitas sem que o impeça de cumprir compromissos financeiros mais importantes, assim como guardar dinheiro para imprevistos. O que não é recomendável é fazer dívidas ou deixar de pagar contas, com o intuito de comprar ovos, bombons etc.”, alerta o presidente da CNDL.

Fonte: CNDL

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FCDL-GO vê mais segurança jurídica em alinhamento das datas de reabertura

A FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) vê como positiva, do ponto de vista da segurança jurídica, a decisão da Prefeitura de Goiânia de alinhar a data de reabertura do comércio da capital com a data já anunciada pelo Governo de Goiás. Assim sendo, a FCDL-GO reverbera o posicionamento de Goiânia e orienta os lojistas do município a reabrirem na próxima quarta-feira (31), cumprindo todos os protocolos de segurança contra a covid-19.

A FCDL-GO emitirá novo comunicado após a publicação das regras que constarão no novo decreto do Governo de Goiás.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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FCDL-GO lamenta falecimento do presidente da CDL de Paraúna

A FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) informa, com profundo pesar, o falecimento do presidente da CDL de Paraúna, João Batista de Aquino Júnior. O líder classista, proprietário da loja Visual Modas, morreu neste sábado (27) vitimado pela covid-19.

Júnior, que era muito participativo na defesa dos lojistas, partiu deixando inúmeros amigos e admiradores.

Consternada, a FCDL-GO se coloca à disposição da família de Júnior nesse momento de dor e despedida.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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Inadimplência das empresas caiu 5,8% em dezembro de 2020, diz Serasa

A inadimplência das empresas caiu 5,8% em dezembro do ano passado, na análise com o mesmo mês do ano anterior. A redução foi puxada pelas micro e pequenas empresas, que são a maioria entre os negócios com dívidas em aberto no país no período.

Os empreendimentos de menor porte tiveram retração de 7,3% em relação a dezembro de 2019, chegando a 5,4 milhões, o que representa 92,9% do total de 5,8 milhões de negócios com contas atrasadas em dezembro de 2020. Os dados são da Serasa Experian.

O economista da Serasa Experian Luiz Rabi, diz que todas as empresas sofreram com a pandemia, mas tiveram auxílios importantes no período, com linhas de crédito mais baratas também influenciadas pela baixa nos juros. “Porém, com o aumento dos casos de covid-19 em todo o país e novas medidas de isolamento social, os desafios continuaram e isso pode impactar no total de companhias que não conseguem honrar seus compromissos financeiros ao longo deste ano”.

Setores

A participação do setor de serviços, um dos mais impactados pelo período de distanciamento social, registrou alta entre os inadimplentes, indo de 50,2% em dezembro de 2019 para 51,2% no último mês do ano passado. O segmento se mantém como o que mais reúne inadimplentes desde 2018. Já o comércio, que pode funcionar por meio de vendas via internet, por exemplo, registrou queda. A indústria manteve a representatividade, com 8,2%.

Fonte: Agência Brasil

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E-commerce se torna crucial na estratégia da Páscoa

A duas semanas da Páscoa, o varejo reforça a venda dos produtos sazonais para além das parreiras, com maiores investimentos nos canais digitais. As restrições ao comércio, que em 2020 foram anunciadas próximo à data comemorativa, prepararam o mercado para uma crescente adesão ao e-commerce.

Com isso, este ano, a Cacau Show, por exemplo, já iniciou sua campanha de Páscoa tendo o digital como um dos pilares. A rede, que espera um incremento de 36% nas vendas, é acompanhada por empresas de diferentes setores na aposta em canais alternativos, como os shoppings Central Plaza e União de Osasco. Localizados no estado de São Paulo, os empreendimentos implementaram um drive-thru exclusivo para a retirada de chocolates comprados online.

Projeções positivas no varejo

O Carrefour percebeu que a procura por ovos está mais elevada em relação a 2020.

“Na Páscoa do ano passado, nossas ações haviam sido construídas para um modelo tradicional e do dia para a noite tivemos que rever todas as estratégias e dinâmicas. Para este ano, já estávamos mais preparados. Como esperamos que os consumidores antecipem suas compras para evitar aglomerações, apostamos na pré-Páscoa. Os consumidores que desejam comprar online podem escolher entre receber em casa ou retirar em alguma loja”, revela Marcos Poggiali Costa, diretor comercial de Mercearia do Carrefour, com exclusividade ao Jornal Giro News.

“Estamos apostando também na divulgação em mídias digitais já que, por conta da pandemia, não podemos fazer degustações ou abordagens aos clientes. Ao mesmo tempo, continuamos com o nosso modelo de parreiras dentro das lojas”, complementa.

Linhas regulares em destaque

Na rede Coop, a produção deve chegar a 20 mil unidades de bolo pascal de marca própria, com expectativa de elevar em até 7% as vendas de chocolates e ovos e em 10% a categoria de peixes.

“Devido ao cenário econômico, as linhas regulares ganham destaque. Além do perfil do consumidor, que já vem se consolidando no consumo de linha regular nos últimos anos, o elemento chocolate passou a ser mais forte na percepção do consumidor como atrativo de preço”, afirma a rede.

Segundo a Coop, devido a esse movimento, as indústrias têm buscado agregar valor aos produtos, investindo nos chamados “presenteáveis”. “Eles têm uma forte aderência ao consumidor e, com isso, diminuem a dependência da venda de ovos de Páscoa. Ainda em sazonais, as colombas têm apresentado um leve crescimento nos últimos anos e acreditamos que em 2021 não será diferente.”

Fonte: GiroNews

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Intenção de consumo das famílias mostra tendência de alta

Após registrar queda no último mês, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) voltou a subir em março. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o indicador alcançou 73,8 pontos, com crescimento mensal de 0,6%, após ajuste sazonal. Apesar da recuperação, trata-se do pior mês de março da série histórica. Em relação a março de 2020, houve retração de 26,1%, a décima segunda nesta base comparativa. O índice permaneceu ainda abaixo do nível de satisfação (100 pontos), o que acontece desde abril de 2015 (102,9 pontos).

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destaca que o levantamento mostra maior confiança das famílias na recuperação econômica, mas observa que essa avaliação está amparada em uma percepção de melhora no mercado de trabalho. “De modo geral, o brasileiro se mostra mais seguro quanto ao impacto da pandemia sobre seu emprego. Mas é um dado ainda tímido que só vai se confirmar em médio prazo com maior enfrentamento da pandemia e medidas de proteção à economia”, avalia Tadros.

Renda e consumo indicam recuperação

A maior parte dos entrevistados (32,7%) respondeu que se sente tão segura com seu emprego atual quanto no ano passado, uma proporção mais alta do que no mês anterior (32%) e maior do que em março de 2020 (26,7%). O índice atingiu o patamar de 90 pontos, o maior desde maio de 2020 (101,7 pontos) e o mais alto indicador deste mês. Pela primeira vez desde dezembro de 2020, a parcela dos que se sentem “menos seguros” com o emprego não representa a maioria. O subíndice que avalia a renda atual mostra que a maioria das famílias considera sua renda pior do que no ano passado, um percentual de 40,3%. Contudo, o item voltou a crescer (+0,4%), após dois meses consecutivos de queda, alcançando 79,3 pontos. Na comparação anual, houve retração de 31,5%.

No subíndice que avalia perspectiva de consumo, a maior parte das famílias (54,5%) acredita que vai consumir menos nos próximos três meses, atingindo 68,5 pontos, seu maior nível desde maio de 2020 (75,6 pontos). O percentual mostrou leve recuperação, ficando abaixo dos 54,9% no mês anterior, mas acima dos 35% observados em março de 2020. Com relação ao item que avalia perspectiva profissional, houve variação positiva de 0,9% em março de 2021, após queda no mês anterior, atingindo 89,8 pontos. A comparação com igual mês do ano anterior, no entanto, foi negativa (-18%).

Confiança no longo prazo

“Observamos que, além dos índices relativos à melhora no mercado de trabalho, há percepção de crescimento da intenção de consumo das famílias ou, ao menos, uma tendência menos conservadora de gastos captada neste mês. A continuação da recuperação da expectativa de consumir em março demonstra que, mesmo com o recuo nas perspectivas em relação ao consumo hoje, o brasileiro permanece confiante no seu poder de compra no prazo mais longo”, explica Catarina Carneiro da Silva, economista da CNC responsável pelo estudo.

Fonte: CNC

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Brasil já tem capitais que suspenderam transporte coletivo, lembra FCDL-GO

Com precedente já existente de capitais e cidades de grande porte que suspenderam o transporte coletivo para frear a Covid-19, como João Pessoa (PB), Florianópolis (SC) e Cascavel (PR), a FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) questiona a resistência do poder público em manter os ônibus da rede intermunicipal funcionando normalmente em Goiânia e Região Metropolitana, apesar de os coletivos continuarem rodando abarrotados mesmo com o comércio fechado, como mostrou a imprensa nesta semana, configurando flagrantes cenas de aglomerações.

“Reconhecemos que o ir e vir é um direito constitucional, mas estamos numa situação completamente crítica, que demanda de toda a sociedade sacrifícios até então inimagináveis. Os lojistas já estão segurando a pressão ao máximo, tentando sobreviver mesmo com as empresas fechadas. Agora, é preciso ir direto na fonte geradora das aglomerações, que é o transporte coletivo. É sacrificante para os usuários, mas é a única saída para conseguirmos de fato o isolamento social”, diz o presidente da FCDL-GO, Valdir Ribeiro.

A FCDL-GO destaca que continuará orientando os lojistas a cumprir na íntegra os decretos de isolamento social, mas reivindica dos governos medidas de suporte ao setor produtivo para evitar o fechamento maciço de empresas e, consequentemente, de vagas de trabalho.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO