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Em nota, Fórum Empresarial defende reformas administrativa e tributária

Com a renovação no comando do Congresso Nacional, resultante da eleição de Arthur Lira à presidência da Câmara dos Deputados e Rodrigo Pacheco, do Senado, o Brasil se vê diante de uma grande oportunidade de mudar, para melhor, o rumo de sua história, proporcionando bem-estar e qualidade de vida de sua população.

É pelo Congresso, com atuação conjunta do Governo Federal e também do Judiciário – ou seja, pela boa articulação dos Três Poderes –, que o País finalmente poderá dar passos indispensáveis para melhoria do ambiente de negócios, investimentos, geração de emprego e renda, ao aprovar as tão necessárias reformas estruturantes – reforma administrativa e reforma tributária.

Igualmente, o avanço do País requer a aprovação dos novos marcos ferroviário, do setor elétrico e da nova lei do gás, temas apontados na Agenda Legislativa da Indústria a ser apresentada em março ao Congresso Nacional.

Em meio a um cenário de emergência, é preciso elencar prioridades e a principal delas hoje é a reforma administrativa:

– O Estado tem de diminuir de tamanho, tem de parar de gastar e passar a tributar menos. Temos de diminuir a carga tributária, que só se reduz com a diminuição de despesas públicas, que se aproximam de 90% do PIB.

– Um Estado inchado, com peso tributário, tira a competitividade das empresas e penaliza o consumidor.

A redução dos gastos do governo federal com a reforma administrativa, aliada com uma reforma tributária justa, pode e deve reduzir a carga tributária sobre o setor produtivo nacional, peça fundamental na retomada da atividade econômica e superação dessa crise, rumo à construção de um Estado mais eficiente, justo e próximo ao cidadão.

Não há nenhuma política de inclusão social melhor e mais justa que a criação de empregos! Portanto, as mudanças exigem de nossos parlamentares urgência, sabedoria, desprendimento e ação, independentemente de cor partidária, de viés ideológico.

O momento é esse! Não podemos perder o bonde da história!

Fonte: Fórum de Entidades Empresariais de Goiás

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3 tendências que vão mudar o uso de meios de pagamento no Brasil

A pandemia do novo coronavírus alterou a forma com que os brasileiros pagam suas contas e compras. E a expectativa é que o uso de cartões de crédito, débito e pré-pagos continue crescendo e supere R$ 2,3 trilhões em 2021, aumento de 20% em comparação com 2020, de acordo com Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Há expectativa de que o WhatsApp Pay entre em operação ainda neste semestre, segundo o presidente da Cielo, Paulo Caffarelli. O Banco Central deve autorizar que a ferramenta se torne um iniciador de pagamentos, segundo reportagem do Estadão Conteúdo, o que permitiria fazer uma transação financeira para um contato sem ter de acessar seu banco ou fintech. Algo tão simples quanto o PIX, meio de pagamento criado pelo BC.

Aliás, em janeiro, foram transacionados R$ 160 milhões pelo PIX. Ao todo, quase 40 milhões de pessoas físicas receberam algum valor pelo PIX no mês passado — aumento de 43% em relação a dezembro — e 37,1 milhões fizeram algum pagamento no mesmo período, 40% a mais que no mês anterior. E não deve parar por aí.

Neste cenário, o CNN Brasil Business ouviu as três maiores bandeiras de cartões do país para descobrir quais devem ser as tendências de pagamentos para este ano.

1. Contacless: aproximou, pagou

Devido ao alto risco de contágio da Covid-19, digitar a senha nas maquininhas para realizar uma compra não parece ser uma boa ideia. Por isso, pagar por aproximação, sem nenhum tipo de contato físico, foi a saída para milhares de consumidores.

De acordo com dados da Abecs, a modalidade movimentou R$ 22,7 bilhões de janeiro a setembro de 2020, um avanço de 478% em relação ao mesmo período de 2019. Em dezembro, o limite de transações sem o uso da senha passou de R$ 100 para R$ 200.

De olho nessa tendência, a Visa Brasil passou a investir nos pagamentos por aproximação em meios de transporte, como nas linhas da SPTrans em São Paulo, além do metrô e das barcas do Rio de Janeiro.

“Depois que o consumidor percebe a facilidade e a segurança do pagamento por aproximação, ele entra nessa tendência”, explica Fernando Teles, responsável pela operação da Visa no Brasil.

O sucesso desta modalidade fez com que muitos comerciantes mudassem a pergunta para os clientes “é por aproximação no crédito ou no débito?”.

2. Débito online veio para ficar

Para evitar sair de casa, os brasileiros passaram a comprar mais pela internet e descobriram o débito online.

Os pagamentos remotos por débito movimentaram cerca de R$ 25,6 bilhões no último trimestre de 2020, de acordo com a Abecs. Essa modalidade ganhou impulso com a conta social digital criada para facilitar o repasse de benefícios sociais, como o auxílio emergencial.

“Quando olhamos para os beneficiários do auxílio, eram pessoas que tradicionalmente usavam dinheiro e passaram a usar o cartão de débito. É um novo entrante, porque a pessoa não deixará de usar dinheiro, mas passará a usar esse novo recurso”, afirma Felipe Maffei, diretor de inovação e produtos da Elo.

De acordo com dados da bandeira, somente em 2020, foram feitas 116 milhões de transações. “As pessoas que tinham acesso ao auxílio com cartão debito online da Elo movimentaram cerca de R$ 40 bilhões ”, completa.

3. E-commerce: passear no shopping ficou no passado

Até quem nunca tinha feito compras pela internet se arriscou em alguma compra online durante a pandemia. Segundo um estudo realizado pela Mastercard em parceria com a Americas Market Intelligence (AMI) no final de 2020, 36% dos brasileiros planejam realizar mais compras online do que físicas e 27% pretendem optar pelo delivery de comida.

Para João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard, o e-commerce não sairá de moda, mesmo depois da pandemia.

“As compras do e-commerce vieram para ficar, e eu acredito que essa tendência crescerá duas vezes mais”, afirma.

As vendas online são uma das apostas para movimentar a economia este ano. Para Teles, estar no e-commerce só traz ganhos para os varejistas.

“Quando o varejo entra também no e-commerce, observa uma série de novos consumidores, além de passar a contar com uma série de informações sobre o seu negócio que não necessariamente tinha antes, como tíquete médio e pico de vendas”, explica.

Fonte: CNN Brasil

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FEE e Prefeitura de Goiânia debatem medidas para conter avanço da Covid

O prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, promoveu na manhã desta sexta-feira (19/2) reunião com representantes do Fórum das Entidades Empresariais do Estado de Goiás – do qual faz parte a FCDL-GO – para debater novas medidas para conter o avanço do coronavírus na capital goiana. Durante o encontro, que ocorreu no Paço Municipal, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) apresentou os dados e as ações já executadas pela administração municipal e, principalmente, ouviu propostas do setor produtivo. A Prefeitura vai reunir nesta tarde seu comitê de crise da Covid-19 para discutir as propostas apresentadas e definir eventuais medidas.

A convocação do Fórum Empresarial, por iniciativa do prefeito Rogério Cruz, surgiu após o Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública (COE) ter divulgado nesta quarta-feira (18/2) recomendações mais duras aos municípios que apresentam avanços nos casos de pessoas infectadas pelo coronavírus em Goiás.

Conforme os dados da SMS, o cenário é de muita atenção, mas a capital goiana tem conseguido manter relativo controle sobre a doença e o Poder Público não tem medido esforços na execução de suas ações nesse período de pandemia. “Realizamos o trabalho no sentido de colocar em prática todas as normas sanitárias, conforme é a nossa realidade”, pontuou o secretário de Saúde, Durval Pedroso, acrescentando que a situação requer muita atenção, mas a Prefeitura faz o acompanhamento diário do cenário epidemiológico e tem antecipado medidas duras para reduzir a incidência da Covid-19 na cidade. “Goiânia tem se mostrado responsável, comprometida no combate à pandemia e não vamos relaxar”, garantiu.

Pedroso ressaltou a importância em discutir o assunto com o setor produtivo e pontuou que o prefeito Rogério Cruz está aberto ao debate. “A postura que o prefeito Rogério Cruz tem tomado é salutar, pois ficamos confortáveis em pedir opinião, discutir entre nós, secretários, com a sociedade civil e entender o que é melhor para a cidade. A prova maior disso é que estamos debatendo esse assunto tão sério com o Fórum Empresarial. Mostramos o que está acontecendo e qual a fundamentação para as decisões a partir dessa reunião”, disse Pedroso, ressaltando a transparência por parte da Prefeitura de Goiânia.

Todo esse trabalho, conforme Durval Pedroso, mostra a responsabilidade do prefeito Rogério Cruz em tomar as decisões e, assim, garantir a saúde pública e a economia da cidade e da população. “Precisamos contar com o apoio de todos”, frisou o secretário de Saúde, lembrando que as decisões são tomadas semanalmente e proporcionam condições de acompanhamento da Covid-19. O titular da SMS deu como exemplo a restrição do horário de funcionamento de bares, restaurantes e distribuidoras, além de outras medidas para conter o avanço da doença, bem como a fiscalização, que já visitou 396 estabelecimentos e autuou 76.

“As fiscalizações ocorreram em diferentes regiões, focando na dissipação de aglomerações, demais protocolos de prevenção e observância do horário de funcionamento de locais com vendas de bebidas alcoólicas”, explicou o secretário Durval Pedroso. Segundo ele, as principais irregularidades encontradas foram excesso de pessoas, não uso de máscaras, funcionamento irregular ou fora do horário.

O município também abriu, segundo ele, 52 novos leitos de UTI para atender pacientes de Covid-19, entre 28 de janeiro e 18 de fevereiro. “Em 20 dias, abrimos a média de 2,6 leitos de UTI por dia”, salientou Durval. Lembrando que a gestão eficiente permite que não haja espera por leitos na rede municipal e, ainda, dê suporte de atendimento a outros municípios. “Considerando as internações autorizadas desde 1º de janeiro, tivemos 117 destinadas a outras cidades, incluindo 35 leitos para atender aos pacientes de Manaus”, destacou o titular.

Já o titular da Secretaria Municipal de Governo (Segov), Andrey Azeredo, lembrou que as peculiaridades do município e as restrições mais duras já adotadas pela capital precisam ser levadas em consideração. “Os dados da SMS de Goiânia mostram uma situação diferente da que foi apresentada pelo COE, uma vez que nossa cidade tem feito o seu dever de casa”, disse o secretário Andrey Azeredo, citando que leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) foram ampliados e os monitoramentos e testes são oferecidos constantemente à população de Goiânia.

“Os testes, por exemplo, ocorrem todas as semanas em uma região da cidade e nos proporcionam clareza da maneira como a doença está evoluindo”, pontuou o secretário de Governo. Para ele, ao realizar esse encontro e compartilhar esses dados com o setor produtivo e toda a sociedade, o prefeito Rogério Cruz busca debater alternativas que gerem segurança a todas as pessoas e que permitam que a cidade continue em um ritmo específico de suas atividades.

“Essa é a maneira que podemos superar, em conjunto, todo esse momento que estamos vivenciando pela pandemia, levando em consideração que não adianta a administração municipal estabelecer um decreto sem que haja o envolvimento, participação e o respeito de toda sociedade”, avaliou.

Fórum Empresarial

Os representantes do Fórum das Entidades Empresariais do Estado de Goiás comentaram sobre o ineditismo da reunião, como ressaltou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel. “Essa iniciativa é muito louvável, pois abriu o diálogo e nós do setor produtivo estamos prontos para auxiliar e também para apresentar propostas”, disse.

Sandro Mabel revelou que o fórum apresentará ao Poder Municipal um documento que pode auxiliar o Comitê de Crise para o Enfrentamento da Covid-19 na tomada de decisões. “Sabemos que a SMS tem compromisso na condução do sistema de saúde da cidade”, avaliou Mabel, ao reivindicar que as indústrias mantenham o funcionamento para garantir abastecimento.

O presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio), Marcelo Baiocchi, elogiou a transparência das ações da SMS. Na ocasião, lembrou que a capital pode adotar medidas de restrições regionalizadas. “Podemos adotar que as novas regras sejam por regiões e assim endurecer as medidas onde se tem maior índice de contaminação”, sugeriu. Baiocchi defendeu que a situação de Goiânia seja analisada de forma separada das demais cidades, devido a suas particularidades.

Já o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), Rubens Fileti, disse que foi a primeira vez que um gestor de Goiânia fez reunião com o Fórum Empresarial com tanta consideração. “Essa abertura e a forma dos esclarecimentos nos colocam em uma situação muito confortável para auxiliar a Prefeitura de Goiânia na condução de todas as medidas que forem adotadas”, comentou, acrescentando que o Fórum Empresarial vai apoiar qualquer medida que for tomada pela Prefeitura, mesmo que seja no sentido de aumentar restrições a atividades econômicas.

Fonte: Mauro Júnio/Prefeitura de Goiânia

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Pandemia impulsiona aumento das compras parceladas no cartão

Um levantamento do Datafolha, encomendado pela Associação Brasileira de Internet (Abranet), revela que o coronavírus também vem influenciando na maneira como os consumidores passaram a pagar suas compras. Segundo a pesquisa, 75% dos usuários de cartão de crédito responderam que tem o costume de efetuar suas compras de produtos ou serviços parceladas. Detalhe: este hábito é praticado mais pelas mulheres (78%) do que pelos homens (71%).

As compras de Vestuários/Joias (54%), Bens Duráveis (39%) e Farmácias (34%) são as preferidas pelos consumidores, na hora de parcelar no cartão. E a categoria de Bens Duráveis, como carros, móveis e eletrodomésticos, é a que apresenta a maior diferença entre o índice de parcelamento habitual e as compras à vista. Somente 16% dos entrevistados responderam que têm condições de comprar um bem durável à vista, mesmo com a crise.

A pesquisa ouviu 840 pessoas, entre os dias 8 e 14 de dezembro, de diferentes regiões metropolitanas (47%) e cidades do interior (53%) das cinco principais regiões do país, e constatou que 73% dos entrevistados começaram a usar, ou intensificar o uso do cartão de crédito para parcelar suas compras durante a crise sanitária.

Além disso, os dados revelam as preferências do shopper, de forma geral. Os meios de pagamento como parcelamento no cartão de crédito sem juros (33%), transferência entre contas (33%) e boleto bancário (29%) ganharam espaço, em detrimento do dinheiro ou do cartão de débito, que exigem a presença física do consumidor.

“No momento de crise em que vivemos, as vendas a prazo no cartão de crédito são fundamentais para estimular o consumo. Esta é uma realidade que já observávamos antes da pandemia, mas que se acentuou ao longo de 2020. Grande parte das pessoas simplesmente não tem condições de fazer suas compras à vista”, explica o diretor-presidente da Abranet, Eduardo Neger.

De acordo com o Datafolha, 60% dos entrevistados atribuem as notas 9 e 10 (em uma escala de 0 a 10) para a importância do parcelamento sem juros dentro da vida financeira. Ou seja, eles dependem dessa prática para a aquisição de bens e serviços. A valorização do parcelamento sem juros é maior entre a mulheres (67% das notas foram 9 e 10 ante 54% dos homens) e integrantes das classes C (62%) e D/E (66%), frente a 55% das classes A/B.

Fonte: SuperVarejo

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Brasil avança em ranking global de e-commerce

O Brasil ganhou dez posições e ficou em 62º lugar no Índice Mundial de Comércio Eletrônico 2020, da Agência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), que classifica 152 países pelo seu grau de preparação no comércio digital entre empresas e consumidores (B2C).

O índice é feito com dados consolidados nem sempre mais atualizados envolvendo o comércio digital, estimado em US$ 4,4 trilhões em 2018, mas é reputado também por sua cautela. Os países são classificados em função do acesso a servidores de internet seguros, serviços e estruturas postais confiáveis, e da parte de sua população que utiliza a internet e possui uma conta bancária ou um fornecedor de serviços móveis.

A Suíça tomou o lugar da Holanda, na liderança do ranking, com 97% de sua população usando internet. Os dois maiores mercados do comércio eletrônico, a China e os Estados Unidos, se classificaram respectivamente em 55º lugar e na 12ª posição, à frente em vários componentes na medição absoluta, mas que caem na comparação em termos relativos.

O Brasil, que estava em 72º lugar em 2019, melhorou dez posições graças sobretudo ao que a agência da ONU chama de “confiabilidade postal”. A Índia ficou em 71º, a África do Sul, em 73º. Costa Rica (56º) e Chile (59º) têm classificação melhor que o Brasil.

A pandemia de covid-19 estimulou as compras pela web na América Latina e o Brasil é dado como exemplo, com 7,3 milhões de pessoas que compraram pela primeira vez on-line.

Segundo o relatório da Unctad, o comércio eletrônico para os consumidores no Brasil teve faturamento de US$ 20 bilhões em 2019, ainda bem atrás do México, com US$ 31 bilhões. Cerca de 29% da população brasileira ou 39% do total de usuários da web no país faz compras na internet.

De acordo com o relatório, o Brasil tem a segunda e a quarta maiores operações de e-commerce da América Latina: B2W (dona de Americanas.com e Submarino, entre outros sites), com 167 milhões de visitantes em 2019, e Casas Bahia, com 36 milhões. Mercado livre é o maior site da região para o B2C.

A América Latina e Caribe representam 9% da população mundial com mais de 15 anos e os usuários de internet na região representam 11% do total, mas o comércio eletrônico na região equivalia a apenas 1,4% do global em 2018.

Fonte: Valor Econômico

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Em nota, Sindilojas-GO volta a defender abertura do comércio no Carnaval

Sindicato patronal do comércio, o Sindilojas-GO divulgou nesta terça-feira (09) nota à imprensa reafirmando seu posicionamento no sentido de permitir o funcionamento do comércio no Carnaval. Segundo a nota, a negociação com o sindicato laboral segue em andamento.

Leia a íntegra da nota.

Após ter proposto ao sindicato laboral dos comerciários a folga dos empregados na segunda-feira de Carnaval e expediente normal na terça-feira, o Sindilojas-GO (Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás) reafirma que é favorável à abertura das lojas de rua, de galerias comerciais e de shoppings centers no dia 16, considerando, sobretudo, o cancelamento do ponto facultativo no Executivo e no Legislativo em função da atual conjuntura, que demanda a postergação de festividades para evitar aglomerações nesta já reconhecida segunda onda de Covid-19. Neste sentido, o Sindilojas-GO apoia integralmente as medidas de prevenção adotadas pelo Governo de Goiás e pelos municípios.

Na análise do Sindilojas-GO, o funcionamento do comércio – que é cercado de protocolos de prevenção à Covid – se torna vital, neste momento, para impulsionar a retomada da economia. O sindicato ressalta que os prejuízos sofridos pelo comércio em 2020 exigem esforço adicional de todos os lados para recomposição das perdas e manutenção dos empregos.

O Sindilojas-GO segue negociando com a entidade representativa dos comerciários a proposta apresentada para o Carnaval. Por fim, esclarece ao público em geral que a decisão definitiva requer o acordo bilateral, ou seja, a anuência dos dois sindicatos.

Fonte: Assessoria de Comunicação/Sindilojas-GO

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Pesar: FCDL-GO lamenta falecimento de cunhado do presidente Valdir Ribeiro

A FCDL-GO informa, com profundo pesar, o falecimento do senhor Renê Rodrigues Macedo, cunhado do presidente Valdir Ribeiro. Renê morreu nesta terça-feira (09) vítima de infarto.

O corpo é velado na tarde de hoje em São Luís de Montes Belos, onde mora a família de Renê.

Neste momento de dor, a FCDL-GO presta condolências ao presidente Valdir Ribeiro e família e roga para que todos encontrem paz e conforto na despedida. A FCDL-GO está à disposição.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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Brasileiros usam cada vez mais o celular para compras e pagamentos

A pandemia causada pelo novo coronavírus acentuou uma prática que já está cada vez mais em alta entre a população brasileira: o uso de smartphones para fazer compras ou pagamentos no dia a dia. Com a praticidade de realizar transações sem precisar sair de casa, além dos sistemas e aplicativos cada vez mais seguros, não é surpresa que a tendência tenha crescido, especialmente em um momento de afastamento social.

De acordo com pesquisa realizada em agosto pela Panorama Mobile Time/Opinion Box, em seis meses, a proporção de brasileiros que realizaram pagamentos ou compras via aparelho celular aumentou de 85% para 91% entre aqueles que acessam a internet pelo smartphone. Entre gênero e classe social, não há diferença significativa. Já na faixa etária, entretanto, é possível perceber mudanças nessa relação. No grupo daqueles com mais de 50 anos, o porcentual de quem tem esse hábito é de 82%, enquanto entre pessoas de 16 a 29 anos é de 91%, chegando a 93% no grupo de 30 a 49 anos.

O canal de compras mais usado foi o WhatsApp, onde 70% dos entrevistados realizaram a transação, seguido pelo Facebook, com 40%, e o Instagram, com 39%. Serviços como cashback (programa de recompensa por reembolso do valor pago) e uso de QR Code foram apontados pelos entrevistados como serviços úteis no dia a dia.

Durante a Black Friday, um dos maiores eventos de compras do ano, foi possível ver na prática como essa tendência está fazendo parte da vida dos brasileiros. Segundo uma pesquisa do Itaú, as vendas online atingiram 50,4% do total do volume transacionado até o dia 27 de novembro, superando por pouco o nível de vendas físicas. Em comparação ao mesmo período de 2019, o volume aumentou 12,9%. Já o número de vendas nas lojas físicas, por outro lado, caiu 27% na mesma comparação.

Os aplicativos foram o grande destaque no e-commerce na Black Friday, segundo a AppFlyer, plataforma que analisa dados e engajamento em apps. De acordo com os dados obtidos, 70 principais apps de e-commerce no país receberam 45 milhões de instalações em novembro, sendo o Brasil aquele que mais instala aplicativos. Em comparação com a mesma data de 2019, a Black Friday 2020 teve aumento de 72% em vendas por aplicativos no Brasil. Comparadas a uma semana normal, as vendas da semana da Black Friday deste ano foram 650% maiores, e a receita por instalação obtida na data foi 330% maior do que uma semana comum.

Para garantir a segurança na hora de realizar as transações, é essencial manter o sistema operacional do smartphone sempre atualizado, evitando falhas na segurança. Também é importante realizar compras e pagamentos somente por meio de sites e aplicativos confiáveis, checando o provedor do serviço, assim como a opinião do público em relação à empresa. Outra dica é contratar um serviço de seguro para iPhone ou Android, garantindo a segurança dos dados armazenados no celular.

Fonte: E-Commerce Brasil

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Combate ao desemprego e vacina devem ser prioridades, aponta pesquisa

Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, mostra que o combate ao desemprego (44%) e a vacina para o coronavírus (42%) foram apontados pelos consumidores brasileiros como prioridades do governo para que o desenvolvimento econômico do país seja retomado este ano. O ranking de temas que merecem a atenção em 2021 é seguido por saúde pública (38%) e educação (34%).

Na opinião dos entrevistados, a maior expectativa de melhorias para o Brasil é em relação ao aumento das oportunidades de emprego (36%) e aumento da concessão de crédito (35%). Por outro lado, é esperado um aumento da inflação (41%, com aumento de 20 p.p. em relação a 2019), aumento da inadimplência (41%, aumento de 18,5 p.p. em relação a 2019) e aumento da pobreza e da desigualdade social (36%).

Com relação ao momento atual, três em cada dez (29%) acreditam que a economia está retomando o crescimento, seja de forma lenta (24%) ou acelerada (5%). Já para metade dos entrevistados (50%), a economia ainda não retomou o crescimento, sendo que 26% acreditam que isso irá acontecer em breve, e 24% que ainda vai demorar para acontecer. Por fim, 16% acreditam que a economia esteja piorando.

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca a importância da vacinação em massa da população para o processo de retomada econômica e de geração de empregos no país.

“O desemprego elevado é sem sombra de dúvidas um dos grandes desafios a serem enfrentados pelo país agora em 2021, o que se agrava diante de um cenário de pandemia, economia pouco aquecida e situação fiscal preocupante”, diz José César. “Mais do que solução definitiva no combate à doença, a vacinação vai representar a retomada das atividades econômicas. Somente com a população imunizada será possível reaver as atividades do dia a dia da população, a dinamização do consumo e a geração de empregos no país”, afirma Costa.

Maioria vê medidas do governo com pessimismo

A pandemia da Covid-19 trouxe um cenário de insegurança e incertezas para a população. De acordo com o levantamento, 39% dos entrevistados afirmam estar pessimistas ou muito pessimistas quanto à adoção de medidas pelo governo que incentivem o desenvolvimento do país, 28% não estão otimistas nem pessimistas, e 27% estão otimistas ou muito otimistas.

Quanto ao desempenho do governo federal, a maioria dos entrevistados (29%) considera como ‘Boa’ a atuação com relação às medidas de auxílio à população frente à pandemia. Já as ações junto a educação (31%), saúde (29%), combate à pandemia (29%) e medidas de auxílio às empresas devido ao coronavírus (36%) foi considerada ‘Regular’ pela maioria. Com relação aos impostos (34%) e taxa de juros (33%), a maioria dos entrevistados consideram que a atuação do governo foi ‘Péssima’.

Fonte: CNDL

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FCDL-GO recebe visita institucional da Federação de Santa Catarina

A FCDL-GO recebeu nesta quarta-feira (03) na sede da entidade, em Goiânia, a visita do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina, Ivan Roberto Tauffer. Ele foi recepcionado pelo presidente da FCDL-GO, Valdir Ribeiro.

O encontro serviu para estreitamento da relação institucional com a federação catarinense.

“Foi uma tarde muito produtiva que passamos com o presidente Tauffer trocando experiências e projetando ações para o comércio na retomada da economia. Ele é uma liderança expoente no comércio na Região Sul e, claro, é muito bem-vindo aqui”, disse o presidente Valdir Ribeiro sobre seu contraparte.

Ivan Tauffer, presidente da FCDL-SC – Foto: Divulgação/FCDL-SC

Com mandato vigorando até 2022, Ivan Tauffer preside a FCDL-SC desde 2018.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO