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Consternada, FCDL-GO informa falecimento do diretor Sinval Camilo

A FCDL-GO informa e lamenta profundamente o falecimento do diretor distrital Sinval Camilo de Souza. Ele morreu na madrugada desta sexta-feira (14) em decorrência da Covid-19.

Empresário do ramo varejista e do agronegócio, Sinval presidia a Cooperativa Sicoob Emprecred em Goianésia.

Ele ajudou na criação da CDL Goianésia, em 1980, e dirigiu a entidade entre 1996 e 2004.

Com a defesa enfática que fazia do comércio varejista, Sinval ganhou notoriedade e se tornou um dos líderes mais respeitados entre o movimento cedelista em Goiás.

Sinval deixou família, amigos e muitos admiradores, inclusive na FCDL-GO. A Federação, em luto, agradece pelo privilégio dos anos de convivência ao lado do amigo Sinval e se coloca à disposição da família.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO (com informações da CDL Goianésia)

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STF: É constitucional o Difal exigido das empresas do Simples

É constitucional o DIFAL exigido das empresas do simples nacional.

Esse foi o resultado do julgamento que acabou hoje no recurso extraordinário RE 970821-RS (tema 517).

Por 6 votos contra cinco, os ministros decidiram manter o Difal. Votaram pela constitucionalidade os ministros Relator Edson Fachin, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Nunes Marques, Rosa Weber e Dias Toffoli. Votaram pela inconstitucionalidade os Ministros Alexandre de Moraes, Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio.

No processo julgado se questionava legislação relacionada a situações em que as mercadorias adquiridas não se destinam ao consumidor final, ou seja, mercadorias não destinadas para uso, ou consumo ou à formação do ativo fixo do adquirente. Vale dizer, para os casos em que não há encerramento da cadeia produtiva.

Foi indicada a seguinte tese:

“É constitucional a imposição tributária de diferencial de alíquota do ICMS pelo Estado de destino na entrada de mercadoria em seu território devido por sociedade empresária aderente ao Simples Nacional, independentemente da posição desta na cadeia produtiva ou da possibilidade de compensação dos créditos. ”

Essa votação causou surpresa, o resultado esperado era outro.

Segundo o voto vencedor do Ministro Relator “a opção pelo Simples Nacional é facultativa no âmbito da livre conformação do planejamento tributário, arcando-se com bônus e ônus decorrentes dessa escolha empresarial que, em sua generalidade, representa um tratamento tributário sensivelmente mais favorável à maioria das sociedades empresárias de pequeno e médio porte. À luz da separação dos poderes, é inviável ao Poder Judiciário mesclar as parcelas mais favoráveis dos regimes tributários culminando em um modelo híbrido, sem qualquer amparo legal.”

Fonte: Tributário nos Bastidores

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FCDL-GO diz que Refis de Goiânia poderá estimular contratações

O novo Refis da Prefeitura de Goiânia, com as condições facilitadas também para empresas acertarem sua vida fiscal, poderá fomentar, já nos próximos meses, a abertura de vagas temporárias de trabalho para suprir a demanda no comércio varejista no fim de ano. É o que analisa a FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás), que presenciou hoje (11) o anúncio do pacote de socorro ao setor produtivo e da continuidade das flexibilizações no funcionamento das atividades econômicas na capital.

“O varejo, tradicionalmente, é um setor muito resiliente nas crises que a economia enfrenta de tempos em tempos. Mas desta vez, a pandemia desestabilizou até mesmo as empresas com mais reservas e capital de giro. Então, o Refis, nesse novo modelo, vai ajudar tanto a colocar as contas em dia, quanto a reanimar o mercado, que poderá se encorajar a fazer novas contratações”, diz o presidente da FCDL-GO, Valdir Ribeiro.

Para a FCDL-GO, a continuidade das flexibilizações são resultado também da capacidade de mobilização do comércio, que entende sua função social e, por isso, colabora com os governos no combate e enfrentamento à Covid-19 nas empresas, na capital e do interior.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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O que fazer enquanto o Pronampe espera a aprovação

Ainda que a pandemia tenha influenciado setores da economia e sociedade de maneiras distintas, é correto dizer que o varejo no geral tem enfrentado maus tempos. E ainda que tanto o setor quanto a economia brasileira tenham apresentado melhora a partir da segunda quinzena de abril, milhares de empresárias e empresários em todo o País acumulam dívidas, perdem funcionários, pedem recuperação judicial ou veem seus negócios irem à falência. E claro, há os que tiveram alguma conjuntura favorável e estão de vento em popa. De qualquer forma, há uma grande expectativa sobre a definição do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

Nesta terça-feira (11), o Senado se reúne para discutir se o Pronampe se tornará permanente, já que a proposta estará na pauta do dia. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou o requerimento de urgência para o projeto de lei que torna o programa definitivo passasse à frente de outras votações a qualquer momento. Na ocasião, a Câmara fez alterações na proposição do texto enviado pelo plenário do Senado em março — e, por isso, o projeto retorna agora aos senadores para análise final.

Programa do Governo Federal destinado ao desenvolvimento e ao fortalecimento de pequenos negócios, o Pronampe foi criado como sistema de crédito emergencial para a pandemia no ano passado. Dada a situação crítica das PMEs e do varejo ao longo dos quatro primeiros meses de 2021 por conta da alta de contaminação e atrasos nas vacinas, setores da sociedade esperam a possível liberação do programa.

Ainda assim, não está claro se o programa se tornará política oficial de crédito e nem se as condições serão as mesmas da primeira liberação — tampouco se determinados setores terão mais ou menos benefícios e etc.

“Há várias discussões, mas o governo ainda precisa definir a origem do recurso, decidir se vai destinar recurso para algum setor específico ou não. O governo precisa ter as direções orçamentárias, e leva tempo para se definir o regulamento, definir ajustes de taxas e outras coisas”, explica o diretor de produtos para pessoa jurídica do varejo do Itaú Unibanco, André Daré.

Então, o que fazer enquanto o Pronampe aguarda aprovação e o que fazer se ele voltar?

Disponibilidade de crédito

Para responder à pergunta, primeiramente vale reforçar a perspectiva econômica para o momento. “O que observamos foi que, com o aumento de casos e a vacina não ter decolado, houve um arrefecimento na primeira quinzena de abril. Mas agora a gente vê uma recuperação ainda no mês de abril com a volta dos negócios e as vendas retomando. Imaginamos que em maio e junho haverá uma melhora conforme casos caem e as vacinas aumentam. O segundo semestre deve ser bem mais promissor e tender a um retorno a condições mais normais de temperatura e pressão”, prevê Daré.

Sendo a expectativa mais favorável ao avanço da economia, a disponibilidade de crédito deve chegar ou pelo Pronampe ou por outros produtos que bancos já ofertam ou venham a oferecer.

“O crédito é bem abrangente. Se [o Pronampe] for editado como na primeira vez, há a questão do faturamento para focar nas PMEs. É importante que elas não tenham atrasos em bancos”, observa o executivo. “E não é porque a taxa é atraente que o cliente precisa tomar o crédito. Mas se ele já tiver bastante crédito tomado no cheque especial, é claro que vale. Mas o importante é que a empresária ou empresário esteja consciente e avalie a condição cautelosamente para não aumentar a dívida. É preciso fazer um plano financeiro cuidadoso, verificar o valor das parcelas. Há empresas querendo fazer investimento, renovar o estoque. É preciso olhar para cada situação”, comenta Daré.

É preciso esperar?

O diretor do Itaú frisa que quem já se preparou e precisa tirar o plano do papel pode muito bem olhar para os produtos de crédito já disponíveis no mercado. “Cada banco tem sua regra de crédito, mas, basicamente, o que a gente recomenda é que o negócio esteja apto a tomar essas linhas de crédito e não tenha atrasos em bancos”, reforça Daré.

“Mesmo enquanto as linhas [do Pronampe] não estão disponíveis é possível adquirir linhas atraentes. A empresária ou empresário que tiver um imóvel pode colocar como garantia e conseguir taxas melhores”, exemplifica o diretor. “Há planos de renegociação de dívida e planos de carência para postergar primeiras parcelas que podem chegar a 90% delas”, esclarece Daré.

O diretor lembra que os investimentos dos bancos em tecnologia têm agilizado a tomada de crédito e melhorado a segurança do empresariado desde o ano passado, e que são convenientes para o momento e adiante. “Essas linhas de crédito mais baratas estão disponíveis em canais de atendimento que o cliente pode simular ou conferir créditos pré-aprovados no próprio aplicativo, sem ter que ir à agência negociar.”

Fonte: Portal Consumidor Moderno

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Economia responde FCDL-GO em pedido de isenção do Difal

Um ano e sete meses depois, a Secretaria de Estado da Economia se manifestou nesta quarta-feira (6) sobre pedido da FCDL-GO e demais instituições do FEE (Fórum das Entidades Empresariais de Goiás) para isentar alguns segmentos do comércio, indústria e prestação de serviços do pagamento do Difal, o diferencial de alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Em ofício endereçado à FCDL-GO, a Secretaria da Economia pede à Federação e ao FEE um relatório de valores totais do Difal recolhido pelas empresas em 2019 e o detalhamento dos produtos adquiridos de indústrias de outros estados. Além disso, a pasta solicita documentos que comprovem a aquisição de produtos e insumos fabricados fora do estado de Goiás.

A FCDL-GO se diz surpresa com o pedido. Para a Federação, cabe ao Estado apurar essas informações nos seus bancos de dados e nas notas fiscais, que é onde fica expresso o valor a ser recolhido do ICMS.

“Acreditamos que o poder público, com todo o seu aparato documental e tecnológico, tem condições de reunir e analisar essas informações com mais brevidade, até porque no ofício protocolizado na Secretaria da Economia nós detalhamos os setores que precisam buscar fornecedores fora do estado”, comenta o presidente da FCDL-GO, Valdir Ribeiro.

No ofício mencionado por Valdir, a FCDL-GO e o Fórum Empresarial pedem a isenção do Difal para artigos de ótica, vinhos, relógios, brinquedos, instrumentos musicais, produtos da indústria alimentícia, comércio de ar condicionado, máquinas e materiais elétricos, e bombas hidráulicas.

De 2019 para cá, a FCDL-GO já tomou várias providências buscando a isenção do Difal. Junto com o FEE, a Federação articulou apoio de parlamentares à derrubada do diferencial de alíquota, bem como se reuniu com membros do governo estadual.

Em fevereiro de 2020, semanas antes da declaração de pandemia de Covid-19, a FCDL-GO e a CDL Goiânia se reuniram com a secretária da Economia, Cristiane Schmidt, para tratar do assunto. E no último mês de setembro, a FCDL-GO e o Fórum Empresarial tiveram uma reunião de trabalho com o governador Ronaldo Caiado para reivindicar o fim da cobrança do diferencial de alíquota.

Antes da pandemia, presidente Valdir Ribeiro (2º à direita) se reuniu com a secretária da Economia – Foto: CDL Goiânia

A FCDL-GO acredita que centenas de empresas goianas podem falir se o governo estadual continuar cobrando o Difal. O diferencial de alíquota aplica tributação de 4% sobre a diferença, em relação a Goiás, da alíquota do ICMS de produtos comprados em outros estados para serem vendidos aqui. Nas importações, o diferencial é ainda maior, 7%.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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Produzir: FCDL-GO participa de reunião para avaliar benefícios fiscais

A FCDL-GO participou nesta terça-feira (4) de reunião online da Comissão Executiva do Produzir, no qual a Federação tem assento representando as Câmaras de Dirigentes Lojistas. No encontro, que ocorreu simultaneamente a reunião extraordinária do Fomentar, foram apresentados pareceres sobre processos de empréstimos/financiamentos requisitados por empresas goianas.

Reunião ocorreu nesta terça (4) – Foto: Divulgação

Assessora executiva da FCDL-GO, Mariana D’Ávila representou a Federação no expediente. “Pelo fluxo de processos analisados na reunião, podemos perceber que a classe empresarial segue resiliente, apesar da pandemia de Covid-19, e intencionada a expandir seus negócios em Goiás, o que favorece todo o setor produtivo”, sintetizou Mariana.

O Produzir é um programa do Governo de Goiás pelo qual se pode financiar 73% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) apurado pelas empresas, podendo ser de 98% do ICMS para microempresas e empresas que se localizem no Oeste e Nordeste Goiano.

Além da FCDL-GO, participaram da reunião membros da Fieg, Sead, GoiásFomento, Secretaria da Economia, Adial, Sedi, Semad, Acieg, Secretaria da Agricultura, OCB e SIC.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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52% dos idosos são os principais responsáveis pelo sustento da casa

A pandemia da Covid-19 acarretou uma grande crise econômica que afetou a renda dos brasileiros e provocou o aumento do desemprego. Em muitos lares brasileiros percebe-se a participação cada vez mais forte dos idosos na renda familiar. Levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, mostra que 91% dos brasileiros com mais de 60 anos contribuem financeiramente para o sustento da casa, sendo que 52% são os principais responsáveis, um aumento de 9 pontos percentuais em relação a 2018.

Entre os que continuam trabalhando e já estão aposentados, 71% dos idosos mencionaram a complementação da renda como principal motivo, 56% querem se sentir produtivos e 50% buscam manter a mente ocupada.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, não é só a crise econômica que explica esses números, mas também uma mudança demográfica e comportamental dessa população. “Há muitos casos em que a renda do aposentado é a única maneira para sustentar o lar de uma família que perdeu emprego, principalmente nesse momento de crise e de aumento do desemprego, mas o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, o avanço da medicina e suas atitudes nesta fase da vida também são fatores importantes. Hoje, os idosos são mais ativos, têm mais autonomia financeira e trabalham por mais tempo, seja por necessidade ou porque se sentem dispostos e mais felizes desenvolvendo alguma atividade produtiva”, explica.

De acordo com o levantamento, 46% dos idosos exercem alguma atividade profissional, um aumento de 10 pontos percentuais em relação a 2018. Em média, estes idosos pretendem trabalhar até os 74 anos. No entanto, 46% não sabem até que idade pretendem trabalhar, uma queda de 15 pontos percentuais em comparação com 2018.

Maioria relata dificuldade para voltar ao mercado

A pesquisa mostra que 35% dos idosos que exercem atividade profissional atuam como autônomos ou profissionais liberais, enquanto 19% trabalham de maneira informal (sobretudo nas classes C, D e E) e 15% são servidores públicos.

Apesar de estarem cada vez mais inseridos no mercado de trabalho, 40% dos idosos que exercem atividade profissional relataram dificuldade para conseguir uma oportunidade de trabalho, sendo o preconceito com a idade o principal motivo identificado (24%).

“Ainda há muito a ser feito para a quebra de paradigmas e de preconceitos no mercado de trabalho em relação à contratação de pessoas mais velhas. O aumento da expectativa de vida faz com que essa parcela da população permaneça por mais tempo no mercado de trabalho e muitas vezes volte a exercer alguma atividade profissional mesmo após a aposentadoria. A discriminação, com certeza, é uma das maiores barreiras a serem trabalhadas e descontruídas, e cabe às próprias empresas, instituições, setores privados e públicos, encontrarem uma melhor forma que valorize o profissional com mais de 60 anos”, afirma o presidente da CNDL.

De acordo com o levantamento, 42% dos idosos estão procurando trabalho, sendo que 16% desejam uma oportunidade como autônomo/freelancer e 13% encaram qualquer oportunidade, independentemente do formato.

A situação de desemprego, falta de oportunidades e insegurança na economia também afeta diretamente os idosos, uma vez que 88% dos que estão em busca de emprego afirmaram que não têm sido chamados para entrevistas, e 53% não acreditam que conseguirão uma oportunidade de emprego nos próximos 3 meses.

Metade dos idosos tem desempregado em casa

De acordo com a pesquisa, metade (50%) dos entrevistados relatou que tem pelo menos um desempregado em sua casa. E a maioria (63%) afirmou que conhece alguém que perdeu o emprego ou fechou o negócio na pandemia.

O levantamento reforça ainda a independência financeira de boa parte dos idosos, já que 61% relataram que não recebem nenhum tipo de ajuda financeira. Por outro lado, 35% recebem ajuda de dinheiro ou possui renda complementar.

“A pandemia fez o país alcançar a triste marca de 14 milhões de desempregados. O aumento do desemprego explica a dificuldade dos idosos em conseguir emprego, até pela necessidade de maior isolamento desse público. Mas, uma vez controlada a propagação do vírus, a tendência é que o retorno dessa população ao mercado volte a crescer”, destaca José César da Costa.

Fonte: CNDL

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Comércio terá consumidor mais generoso neste Dia das Mães

O consumidor está mais generoso para presentear no Dia das Mães deste ano, que, ao contrário de 2020, terá o comércio em Goiás de portas abertas. Segundo pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), o grupo de consumidores brasileiros que pretendem gastar mais com presentes em 2021 aumentou 8% em relação ao ano passado.

No Dia das Mães, cada consumidor deve gastar, em média, R$ 187,68, ainda conforme o levantamento nacional.

A FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) analisa a projeção com otimismo. Para a entidade, a volta do auxílio emergencial, o próprio apelo mercadológico no Dia das Mães, considerado o “Natal do primeiro semestre”, e a oferta de crédito nas lojas devem impulsionar as vendas neste ano.

“O Dia das Mães, tradicionalmente, dá um bom impulso para as lojas após o hiato entre fevereiro e o início de maio, quando não há datas comemorativas de forte impacto comercial. E este Dia das Mães, em especial, será diferente, porque pela primeira vez o consumidor pôde aproveitar o feriado do Dia do Trabalho para ir às compras com calma, em segurança, sem aglomerações”, diz o presidente da FCDL-GO, Valdir Ribeiro.

A abertura das lojas neste último dia 1º de maio foi possível graças a um acordo inédito firmado entre o Sindilojas-GO (Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás) e o sindicato dos empregados do comércio.

Pelo que indica a pesquisa do Dia das Mães, o consumidor que fará compras parceladas optará por parcelamentos de curto prazo. Um terço desses consumidores quer dividir o pagamento em três parcelas. A FCDL-GO comenta que o parcelamento é uma modalidade de pagamento muito comum não só em Goiânia, mas também no interior do Estado.

Nas cidades menores, as flexibilizações no comércio tendem a surtir efeito mais rápido na economia, vez que nessas localidades o consumidor compra majoritariamente em lojas físicas. Depois dos shoppings centers (26%), as lojas de rua serão o segundo ponto de venda físico (20%) que o consumidor mais vai procurar para comprar os presentes neste Dia das Mães.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO (com informações da CNDL)

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Intenção de Consumo das Famílias volta a cair em abril

O indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) alcançou o patamar de 70,7 pontos em abril, o menor nível desde novembro de 2020, quando atingiu 69,8 pontos. Após ajuste sazonal, a série apresentou queda mensal de 2,5%, ante recuperação pontual no mês anterior.

O resultado foi divulgado hoje (20) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que destacou que foi o pior mês de abril da série histórica. Em relação ao mesmo período em 2020, houve retração de 26,1%.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, essa redução no mês de abril é resultado do agravamento da pandemia de covid-19 no país, com medidas mais restritivas de circulação, como fechamento de comércios e cidades inteiras em lockdown.

“É um momento de oscilação, de grande incerteza. Isso se reflete no orçamento familiar, já que o agravamento da pandemia, somado à lentidão da vacinação, acaba gerando pessimismo e cautela no consumo. Acreditamos que, com a imunização em massa da população, o crescimento econômico será retomado e a confiança vai reagir”, disse Tadros, em nota.

Nos indicadores de renda e consumo, houve queda em relação ao mês anterior. A maioria das famílias considerou a renda pior do que no ano passado, com percentual de 41,3% ante 40,3% em março.

Segundo a CNC, a maior parte das famílias também considera que o nível de consumo em abril foi menor do que no ano passado (59,9%), o maior percentual desde novembro (60,4%), ante 58% no mês anterior e 46,9% em abril de 2020.

Também aumentou entre os pesquisados a proporção dos que acreditam que comprar a prazo está mais difícil: 41,7%, o maior percentual desde novembro de 2020, quando foi de 42,2%.

Fonte: Agência Brasil

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Comércio varejista de Goiás volta a crescer em fevereiro

O volume de vendas do comércio varejista de Goiás cresceu 1,8% em fevereiro na comparação com o mês de janeiro, o segundo crescimento consecutivo, após quatro meses de queda. Mas, nos dois primeiros meses deste ano, as vendas ainda registram uma queda acumulada de 3,8% em relação ao mesmo período de 2020, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada ontem pelo IBGE.

Somente em fevereiro, a queda foi de 4,4% sobre o mesmo mês do ano passado. Este fraco desempenho das vendas foi puxado, principalmente, por uma redução de 12% nas vendas dos supermercados e hipermercados, que têm o maior peso no cálculo do índice. O comércio de tecidos, vestuário e calçados também recuou 18% e as lojas de livros, jornais, revistas e de produtos de papelaria venderam 47,4% menos em fevereiro deste ano.

A queda no volume de vendas só não foi maior por conta de um aumento de 8,9% na comercialização de combustíveis e lubrificantes em fevereiro, que também têm um peso significativo para o comércio. Já o comércio varejista ampliado, que inclui as lojas de materiais de construção e de veículos, motos e peças, cresceu 1% na comparação com fevereiro de 2020, puxado por um aumento de 21,2% nas vendas de materiais de construção, que teve a décima taxa de crescimento consecutiva.

Fonte: O Popular