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Em artigo, presidente da CNDL enaltece trajetória de 60 anos da Confederação

O site da CNDL publicou nesta segunda-feira (05) um artigo do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, José César da Costa, no qual o gestor exalta a trajetória da entidade classista, que completa 60 anos de fundação neste mês de outubro. “A pandemia da Covid-19 lançou para comerciantes e profissionais liberais o desafio do isolamento social, da transformação do consumidor e da reinvenção do comércio em bases digitais”, contextualiza Costa. Leia abaixo o artigo na íntegra.

CNDL, um compromisso de 60 anos

O que leva um grupo de lojistas a se unir para criar um clube ou uma entidade? Certamente, a vontade de crescer, de fortalecer seus ideais e de buscar soluções para os desafios comuns. Foi com esse espírito de união de forças que nasceu a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, que completa neste mês 60 anos de fundação.

Desde sua idealização em 1955, passando por sua criação em 1960, ainda como Clube de Dirigentes Lojistas, muita coisa aconteceu até a consolidação da CNDL como a maior e mais importante entidade representativa do setor varejista no país.

Do otimismo do Brasil de Juscelino Kubitscheck, passando pelo regime militar, a redemocratização e o atual cenário de modernização do Estado brasileiro, a CNDL atuou como agente importante de transformação e desenvolvimento nacional.

Alguns momentos merecem destaque, como a participação decisiva da entidade na luta pelo fim do duopólio das maquininhas de cartão de crédito, uma ação que garantiu um mercado mais aberto e a redução drástica dos custos de operações com cartões no Brasil.

A CNDL também foi uma das primeiras a enfrentar a utilização da CPMF como instrumento nefasto de tributação. A entidade teve grande atuação no Congresso Nacional pelo fim do imposto e se firmou como uma voz ativa no âmbito do legislativo. Foi graças à sua representatividade, por exemplo, que se formou a Frente Parlamentar de Comércio e Serviços, uma associação de deputados e senadores, de caráter suprapartidário, destinada a defender e promover políticas públicas para o setor.

Foi essa jornada de 60 anos que nos deu fibra e experiência para enfrentarmos um dos momentos mais marcantes da história do varejo. A pandemia da Covid 19 lançou para comerciantes e profissionais liberais o desafio do isolamento social, da transformação do consumidor e da reinvenção do comércio em bases digitais.

Entendemos que essa é a oportunidade de reforçarmos nossos valores fundados no associativismo. Assim, a CNDL vem apoiando seus membros, que formam um sistema composto por mais de 2 mil Câmaras de Dirigentes Lojistas espalhadas em todos os estados da nação. Por meio das Câmaras, Federações, CDL Jovem e o SPC Brasil, a CNDL orienta, informa e representa o caminho para a adaptação aos novos tempos.

O compromisso de estimular as empresas de pequeno e médio porte a serem mais produtivas e competitivas, de gerar emprego e renda, e, ao mesmo tempo, promover debates que garantam um Estado mais eficiente e justo, seguem como o Norte da nossa Confederação.

Esperamos com ansiedade outros 60 anos. Sigamos juntos e fortes!

José César da Costa
Presidente da CNDL

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Dia das Crianças terá orçamento maior para presentes este ano, diz pesquisa

O consumidor será mais generoso no Dia das Crianças deste ano, gastando com presentes um valor ao menos 5,3% superior ao de 2019. É o que concluiu uma pesquisa realizada em Goiânia e nas demais capitais brasileiras pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pela Offer Wise. Segundo o levantamento, cada consumidor deve investir, em média, R$ 209,33 nos presentes para essa data. No ano passado, a mesma pesquisa indicou um gasto médio de R$ 198,79 com agrados para as crianças em 12 de outubro.

De acordo com o levantamento, 72% dos consumidores devem ir às compras no Dia das Crianças. A estimativa é de que a data comemorativa movimente aproximadamente R$ 10,87 bilhões em Goiás e no restante do país.

“Mesmo com um crescimento tímido no orçamento das pessoas para o Dia das Crianças deste ano, isso indica que a economia começa a se recuperar dos vários meses de comércio fechado para combater a Covid-19. O Dia das Crianças será decisivo para avaliarmos as adequações e estratégias que precisam ser feitas para aquecer as vendas neste fim de ano”, diz o presidente da FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de Goiás), Valdir Ribeiro.

Roupas e calçados (38%), bonecos/bonecas (33%) e jogos de tabuleiro/educativos (28%) são os produtos mais cogitados para o presente de Dia das Crianças. O receio de sair de casa em meio à pandemia parece refletir nos números da pesquisa. Tanto é que o porcentual de consumidores que farão suas compras pela internet (34%) é maior não só daqueles que comprarão em lojas de rua/bairro (24%), mas também dos que recorrerão aos shoppings centers (31%).

Considerando aqueles que realizarão suas compras na internet, 79% vão utilizar sites, 54% os aplicativos e 20% o WhatsApp. Conforme a consultoria global de gestão estratégica Kearney, depois de absorver muitos dos novos hábitos de consumo decorrentes das restrições da pandemia da Covid-19, o e-commerce (comércio eletrônico) deve movimentar R$ 111 bilhões na economia brasileira neste ano. A projeção é de um crescimento mínimo de 49% ante os R$ 75 bilhões que o mercado de vendas pelas internet faturou em 2019.

O levantamento da CNDL e Offer Wise sobre as intenções de compra no Dia das Crianças ocorreu entre os dias 01 e 08 de setembro. Foram entrevistados 843 consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) e que pretendem comprar presentes na data.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

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CNDL pede ao BC que linhas de crédito cheguem aos empresários

O presidente da CNDL, José César da Costa, participou nesta segunda-feira (29) da Reunião das Instituições dos Comitês de Comércio e Serviços com o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto. Coordenado pelo secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Da Costa, o encontro virtual tratou das medidas de enfrentamento dos efeitos econômicos em razão da pandemia da Covid-19.

Participaram da agenda mais de 58 associações. A CNDL foi a primeira e uma das cinco entidades a encaminhar as perguntas ao presidente do BC.

Roberto Campos Neto demonstrou que o preço médio do crédito está caindo, mas não significa que todos estão tendo acesso a spreads baixos.

O presidente do Banco Central destacou ainda que “grande parte das novas contratações de crédito têm sido junto a instituições privadas e não com bancos públicos, mas a linha de crédito do Pronampe com a Caixa tende a melhorar esse acesso junto aos bancos públicos”.

Campos Neto enfatizou ainda que o BC tem como função garantir a liquidez e que o crédito flua, mas não concede o crédito direto para as empresas, isso é feito por meio da intermediação das instituições financeiras.

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, destacou em sua fala as ações já realizadas pelo Banco Central, como, por exemplo, a autorização para fintechs emitirem cartões de crédito e poderem receber recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para concederam crédito, e por possibilitar condições para que as instituições financeiras facilitem as renegociações de dívidas de clientes.

Costa citou ainda a pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgada em maio, que mostrou que 59% dos 17,2 milhões dos pequenos empresários brasileiros vão precisar de crédito para conseguir manter seus negócios funcionando depois da Covid-19.

José César levou ao presidente do Banco Central a percepção do setor de que não está sentido a queda do preço do crédito chegar à ponta. Costa pediu celeridade para que o crédito chegue efetivamente aos pequenos e micro empresários, não permitindo que a burocracia e as exigências demasiadas por parte dos bancos continuem sendo um entrave.

“Temos percebido uma grande dificuldade por parte dos empresários, principalmente dos micros e pequenos, no acesso aos créditos disponibilizados pelo governo federal, é importante que esse acesso seja desburocratizado”, disse José Cesar da Costa.

Em resposta, Campos Neto reforçou que é proibido às instituições financeiras condicionarem a concessão do crédito vinculado a aquisição de outros produtos dos Bancos.

Quanto aos pequenos agentes de crédito, como fintechs e cooperativas de crédito, terem sido inseridos nos programas de concessão do crédito com recursos do BNDES, o presidente do Banco Central destacou que tem sido uma experiencia positiva, pois esses conhecem bem os seus clientes, assim acabam por reduzirem o spread bancário e assumirem mais riscos.

Campos Neto ressaltou a importância que tem sido o microcrédito com o aval solidário, pelo qual o Banco Central está empenhado para protegê-lo e fazer os direcionamentos a ele. Por fim, mencionou a modificação feita na MP 944 para aprimorar o programa de apoio às folhas de pagamento das pequenas e médias empresas para possibilitar o acesso ao programa e a prorrogação por mais 2 meses.

O secretário Carlos da Costa destacou que a homologação junto ao Pronampe dos bancos e das cooperativas de crédito estão avançadas, estando pendentes alguns esclarecimentos jurídicos se a homologação feita pelas Confederações dessas cooperativas abrangerá todos os seus confederados nos estados e municípios.

Carlos da Costa ressaltou que se o empresário se deparar com alguma recusa por parte de bancos ou verificar venda casada de seguro para a concessão do crédito deve fazer denúncia junto ao SAC, ouvidoria dos bancos e, caso não obtenha êxito, buscar junto à Ouvidoria do Banco Central do Brasil para que haja visibilidades dessas reclamações nos canais competentes.

Fonte: Sistema CNDL