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Intenção de consumo das famílias cresce pela quinta vez consecutiva

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu pela quinta vez seguida em janeiro de 2021 (+0,7%) e subiu a 73,6 pontos. Contudo, mesmo com as recentes altas, o indicador registrou o pior desempenho para um mês de janeiro desde o início da série histórica, em 2010. Além disso, no comparativo anual, houve recuo de 24,2% – a décima retração consecutiva nesta base comparativa. A ICF está abaixo do nível de satisfação (100 pontos) desde abril de 2015.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a sequência de taxas mensais positivas do índice reforça a confiança dos brasileiros na recuperação econômica, sobretudo com a proximidade do início da vacinação contra o novo coronavírus no País. “É importante a validação e a agilização da compra e distribuição da vacina, ou das vacinas, para efetivar esse processo de retomada”, afirma Tadros, ressaltando que o Sistema Comércio segue à disposição para contribuir para o que for possível, inclusive com o apoio das unidades do Sesc na campanha de vacinação.

Indicadores de emprego avançam

Os indicadores relacionados ao momento atual alcançaram em janeiro os melhores níveis dos últimos meses. O item que mede a satisfação dos brasileiros com o emprego cresceu 0,2% e chegou a 88,9 pontos – o maior nível desde maio de 2020. O índice relacionado à renda, apesar da retração após o ajuste sazonal (-0,6%), aumentou sua pontuação, passando de 78,8 pontos para 79,5 pontos – patamar mais alto desde junho do ano passado.

O subíndice que avalia a perspectiva profissional dos brasileiros também se destacou positivamente, impulsionado pelo aumento do indicador referente ao emprego atual. O item acumulou o sexto avanço consecutivo (+0,7%) e atingiu o maior patamar desde abril de 2020 (88,6 pontos). “A recuperação gradual da percepção do mercado de trabalho no curto prazo já se reflete positivamente, e de forma mais intensa, nas perspectivas para os próximos seis meses em relação ao futuro profissional”, destaca Catarina Carneiro da Silva, economista da CNC responsável pelo estudo. A perspectiva de consumo também cresceu (+0,2%). Foi a terceira alta seguida do item, que chegou a 67,9 pontos e subiu ao maior nível desde maio de 2020.

Momento para duráveis volta a crescer

Entre os itens que compõem as condições de consumo, o Momento para Duráveis foi o destaque. O item apresentou o maior crescimento mensal da pesquisa (+4,4%), voltou a crescer após duas retrações consecutivas e atingiu o melhor resultado desde maio último. O item, contudo, permanece como o de menor pontuação na ICF (46,6 pontos). O indicador Acesso ao Crédito teve o segundo aumento em sequência (+0,4%) e fechou o mês com 86,6 pontos – o maior resultado desde junho de 2020. O Nível de Consumo cresceu 1,3% – o quinto aumento consecutivo –, chegando à sua melhor pontuação desde maio do ano passado (56,9 pontos).

Fonte: CNC

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Intenção de consumo das famílias volta a crescer após cinco quedas

A Intenção de Consumo das Famílias, medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aumentou 1,3% em setembro, após cinco quedas consecutivas, e subiu a 67,6 pontos.

Mesmo com a alta, o índice registrou o pior desempenho para um mês de setembro desde o início da série histórica, em janeiro de 2010. Além disso, no comparativo anual, houve recuo de 26,9% – a sexta retração seguida nesta base comparativa. O indicador está abaixo do nível de satisfação (100 pontos) desde abril de 2015.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a flexibilização do funcionamento dos estabelecimentos comerciais tem ajudado na recuperação do consumo dos brasileiros. “As famílias têm se revelado mais satisfeitas diante das novas regras de abertura do comércio, mesmo que o momento atual ainda exija cautela”, disse, em nota, Tadros.

Retração de renda

O único indicador relativo ao momento atual que apresentou retração foi o relacionado à renda (-1,1%). O item acumulou a sexta queda seguida e caiu a 76,5 pontos – o menor patamar da série histórica.

“A renda continua sendo um fator sensível para as famílias, mesmo tendo melhora nas percepções em relação ao mercado de trabalho, que se tornaram menos negativas”, afirmou Catarina Carneiro da Silva, economista da CNC responsável pelo estudo.

O subíndice que mede a satisfação dos consumidores com relação ao emprego voltou a registrar crescimento (+0,3%), após cinco quedas seguidas, e fechou o mês como o item de pontuação mais elevada (85,7 pontos).

Em relação às condições de consumo, o subíndice consumo atual voltou a apresentar crescimento (+1,6%), após cinco quedas consecutivas, chegando a 50,7 pontos. O item acesso ao crédito seguiu o mesmo caminho, registrando aumento mensal de 0,8% – depois de quatro recuos seguidos – e atingindo 81,1 pontos.

Com relação à perspectiva de consumo, houve leve retração mensal (-0,1%), o que, segundo Catarina, “mostra que, apesar da melhora na percepção de consumo atual, as famílias continuam seletivas com sua renda”.

Fonte: Agência Brasil