Categorias
Notícias

FCDL-GO parabeniza CDL Padre Bernardo pela criação da entidade

A FCDL-GO dá as boas-vindas à CDL Padre Bernardo, fundada nesta segunda-feira (05) com apoio da Federação e do CESPC Goiás (Conselho Estadual de SPC). A nova Câmara de Dirigentes Lojistas foi criada por ato de uma comissão especial instituída para organizar a formalização daquela CDL.

Assessor jurídico da FCDL-GO, Woner Protásio participou da reunião de fundação da CDL Padre Bernardo. Temporariamente, até que seja realizada assembleia para eleição da Diretoria Executiva, a CDL será gerida pelo lojista Cleudimar Martins Loiola, presidente da Comissão Especial.

A CDL Padre Bernardo nasce com a missão prioritária de representar os associados nas demandas sobre o funcionamento do comércio na pandemia de Covid-19, sobretudo nas questões levadas para decisão do Judiciário. Segundo a Comissão Especial, a criação da CDL era um anseio antigo dos lojistas da cidade.

Localizado no Entorno do Distrito Federal, o município de Padre Bernardo fica a 246 km de Goiânia.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

Categorias
Notícias

Quase 103 milhões de pessoas devem comprar nesta Páscoa

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes para os brasileiros. Mesmo em um cenário de insegurança diante da pandemia, este ano, a maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição de presentear familiares e amigos, com ovos e chocolates. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, mostra que cerca de 102,7 milhões de brasileiros devem realizar compras para a Páscoa 2021 – o que representa uma redução de 10,5 milhões de consumidores frente à estimativa de 2019.

De acordo com a sondagem, 64% dos consumidores pretendem comprar presentes e chocolates para a data, enquanto, 19% não pretendem ir às compras este ano, e 16% ainda não se decidiram.

Entre os consumidores que vão realizar compras na Páscoa, a maior parte (40%) relata a intenção de gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 31% vão gastar mais e 26% garantem que gastarão menos. Entre os que têm intenção de gastar mais, 38% dizem que os preços estão mais caros, 34% que comprarão mais produtos, e 30% que querem compensar a situação de isolamento social vivida pela pandemia.

Já aqueles que pretendem gastar menos citam a intenção de economizar (32%), o fato de terem outros compromissos financeiros para pagar (30%) e orçamento apertado (23%).

O levantamento da CNDL aponta ainda que, entre os que pretendem fazer compras, os principais motivos são: gostar de chocolate ou presentear alguém que gosta (35%), ser uma tradição da qual gostam de participar (28%) e ter o costume de presentear as pessoas que gostam (24%).

Entre os que não pretendem comprar presentes e chocolates, os principais motivos são: priorizar o pagamento de dívidas (38%), estar desempregado (36%) e o fato de não gostar ou não ter o costume de comprar presentes e chocolates para esta ocasião (19%).

A crise econômica gerada pela pandemia também está impactando as compras deste ano, de acordo com a pesquisa. Entre os que não devem comprar ovos ou chocolates porque estão endividados, desempregados, tiveram redução salarial ou estão distantes das pessoas que poderiam presentear, 78% afirmam haver influência do cenário da pandemia.

“Mesmo diante dos desafios sociais e econômicos que o país enfrenta, as vendas nesta Páscoa podem aquecer o varejo. Esse é o momento de o setor investir em promoções para atrair os consumidores, de olho naqueles que pretendem comprar mais e, sobretudo, nos que ainda não se decidiram”, avalia o presidente da CNDL, José César da Costa.

Média de gastos será de R$ 209

A pesquisa revela que as principais pessoas a serem presenteadas na Páscoa serão filho/a (55%), marido/esposa (42%), mãe (38%) e os sobrinhos/as (33%). Além disso, 27% pretendem presentear a si próprios.

A maioria dos entrevistados (57%) pretendem comprar ovos de chocolate industrializados, enquanto 43% bombons/caixas de chocolate industrializados, 40% ovos caseiros artesanais, e 30% barras de chocolate industrializadas.

Entre os que devem comprar ovos industrializados, 70% pretendem comprar produtos direcionados tanto a crianças quanto a adultos; 28% pretendem comprar apenas produtos voltados para adultos; e 16%, somente para crianças.

Já os que pretendem comprar produtos caseiros, os motivos mais frequentes são: gostar de algo mais personalizado (30%), a vontade de ajudar as pessoas que vendem (28%), e por considerar que a qualidade do chocolate é melhor (13%).

“Vimos um crescimento no último ano de pessoas que preferem comprar de pequenos lojistas ou vendedores autônomos, o que mostra, ao menos em parte, a preocupação do brasileiro com os comerciantes locais, tão impactados pela crise causada pela pandemia. Mesmo quem não tem um e-commerce ou uma loja online pode fazer suas divulgações e vendas por meio de redes sociais ou WhatsApp”, destaca Costa.

Os consumidores entrevistados pretendem gastar, em média, R$209,49 com as compras da Páscoa e comprar cerca de 5 produtos. A forma de pagamento mais utilizada será à vista (76%), especialmente no dinheiro (52%). Já 52% pretendem pagar à prazo, com destaque para o cartão de crédito parcelado (31%).

Supermercados são os principais locais de compra

O brasileiro está atento à diferença de preços entre os estabelecimentos, e por isso, 84% dos entrevistados pretendem fazer pesquisa antes de fazer suas compras, sendo que 50% pretendem pesquisar sobre todos os tipos de chocolate e 25% somente sobre os ovos de Páscoa.

O principal local de pesquisa serão os supermercados (62%), enquanto 52% pretendem pesquisar em sites na internet e 34% nas lojas de shopping. Entre os que pesquisam preços na internet, 77% citam os sites e aplicativos de varejistas, 60% os sites de busca, e 41% os sites de comparação de preços.

“O consumidor brasileiro já aprendeu que a variação de preços dos ovos de Páscoa é enorme e pode ficar próxima a 100% em algumas cidades, de acordo com o Procon. Então, ir às compras na primeira loja que aparece pode ser um erro grave. O ideal é se planejar com antecedência, usar a internet para pesquisar e só tomar decisões depois de ter visto os preços praticados em vários estabelecimentos”, lembra Costa.

Os principais locais de compra dos produtos para a Páscoa serão: supermercados (58%), lojas especializadas em chocolate (45%), e lojas de grandes varejistas (42%). 70% têm intenção de comprar em lojas físicas, seja de rua (44%) ou de shopping (40%), enquanto 65% também disseram que pretendem comprar pela internet, principalmente nos sites (22%) e no WhatsApp (20%).

Os fatores que mais influenciam a escolha do local de compra são: o preço dos produtos (42%), a qualidade (37%) e as promoções e os descontos (31%). 69% pretendem comemorar em casa, com aumento de 18 p.p. na comparação a 2019.

“Muitas capitais do país cumprem nesse momento medidas de fechamento de parte do comércio, o que deverá impactar diretamente na forma como os consumidores farão suas compras para a Páscoa, e também como costumam comemorar a data. Em muitas cidades, por exemplo, as lojas especializadas em chocolates estão fechadas, enquanto os supermercados, por serem atividades essenciais, continuam abertos. Por isso, o varejista deve estar preparado para atender por delivery, oferecer serviços de entrega e vendas pela internet”, acrescenta o presidente da CNDL.

24% dos que querem comprar têm contas em atraso

Mesmo com o cenário de crise e de desemprego, boa parte dos consumidores pretende realizar compras na Páscoa ainda que com o orçamento comprometido. 24% dos entrevistados que pretendem comprar chocolates e presentes possuem contas em atraso, sendo que 66% estão com o nome sujo. Além disso, 5% acreditam que vão deixar de pagar alguma conta para comprar produtos para a Páscoa.

Outro dado que inspira preocupação e denuncia o comportamento imprudente de alguns consumidores é que 26% admitem gastar mais do que podem com as compras na data e 23% dos que realizaram compras na Páscoa do ano passado afirmam que ficaram com o nome sujo pelos gastos realizados na data, sendo que 13% ainda estão negativados e 10% já limparam o nome.

“Como qualquer outra data comemorativa, a Páscoa está sujeita a diversos mecanismos do marketing e da propaganda para estimular o consumo, já que se trata de uma data importante para o comércio. Então as pessoas acabam, muitas vezes, cedendo ao consumismo e exagerando nos gastos”, afirma Costa. “Se o consumidor está preparado, se ele reservou uma quantia para gastar na Páscoa, tudo bem. Mas as compras devem ser feitas sem que o impeça de cumprir compromissos financeiros mais importantes, assim como guardar dinheiro para imprevistos. O que não é recomendável é fazer dívidas ou deixar de pagar contas, com o intuito de comprar ovos, bombons etc.”, alerta o presidente da CNDL.

Fonte: CNDL

Categorias
Notícias

FCDL-GO vê mais segurança jurídica em alinhamento das datas de reabertura

A FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) vê como positiva, do ponto de vista da segurança jurídica, a decisão da Prefeitura de Goiânia de alinhar a data de reabertura do comércio da capital com a data já anunciada pelo Governo de Goiás. Assim sendo, a FCDL-GO reverbera o posicionamento de Goiânia e orienta os lojistas do município a reabrirem na próxima quarta-feira (31), cumprindo todos os protocolos de segurança contra a covid-19.

A FCDL-GO emitirá novo comunicado após a publicação das regras que constarão no novo decreto do Governo de Goiás.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

Categorias
Notícias

FCDL-GO lamenta falecimento do presidente da CDL de Paraúna

A FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) informa, com profundo pesar, o falecimento do presidente da CDL de Paraúna, João Batista de Aquino Júnior. O líder classista, proprietário da loja Visual Modas, morreu neste sábado (27) vitimado pela covid-19.

Júnior, que era muito participativo na defesa dos lojistas, partiu deixando inúmeros amigos e admiradores.

Consternada, a FCDL-GO se coloca à disposição da família de Júnior nesse momento de dor e despedida.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

Categorias
Notícias

FCDL-GO vai orientar lojistas a seguir lockdown contra a Covid

A FCDL-GO (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Goiás) vai orientar as CDL’s dos municípios da Região Metropolitana a seguir na íntegra, e repassar aos lojistas, a provável determinação do governo estadual e das administrações de Goiânia, Aparecida e cidades vizinhas de fechar pelos próximos sete dias, a partir de segunda-feira (1º/03), o atendimento presencial dos estabelecimentos tidos como não-essenciais.

A FCDL-GO reconhece o momento crítico vivido em Goiás com a pandemia de Covid-19.
E a entidade destaca que, apesar de o interior das lojas do comércio ser considerado ambiente seguro, justamente pelo cumprimento à risca dos protocolos sanitários, a Federação e seus associados assumem na parte que lhes cabe o compromisso geral, de toda a sociedade, de combater a disseminação do novo coronavírus.

A Federação também apela aos órgãos fiscalizadores para que haja um reforço no sentido de prevenir e dispersar as aglomerações em festas e similares, que, infelizmente, continuam a se repetir nas cidades, apesar dos alertas contínuos das autoridades públicas.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

Categorias
Notícias

3 tendências que vão mudar o uso de meios de pagamento no Brasil

A pandemia do novo coronavírus alterou a forma com que os brasileiros pagam suas contas e compras. E a expectativa é que o uso de cartões de crédito, débito e pré-pagos continue crescendo e supere R$ 2,3 trilhões em 2021, aumento de 20% em comparação com 2020, de acordo com Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Há expectativa de que o WhatsApp Pay entre em operação ainda neste semestre, segundo o presidente da Cielo, Paulo Caffarelli. O Banco Central deve autorizar que a ferramenta se torne um iniciador de pagamentos, segundo reportagem do Estadão Conteúdo, o que permitiria fazer uma transação financeira para um contato sem ter de acessar seu banco ou fintech. Algo tão simples quanto o PIX, meio de pagamento criado pelo BC.

Aliás, em janeiro, foram transacionados R$ 160 milhões pelo PIX. Ao todo, quase 40 milhões de pessoas físicas receberam algum valor pelo PIX no mês passado — aumento de 43% em relação a dezembro — e 37,1 milhões fizeram algum pagamento no mesmo período, 40% a mais que no mês anterior. E não deve parar por aí.

Neste cenário, o CNN Brasil Business ouviu as três maiores bandeiras de cartões do país para descobrir quais devem ser as tendências de pagamentos para este ano.

1. Contacless: aproximou, pagou

Devido ao alto risco de contágio da Covid-19, digitar a senha nas maquininhas para realizar uma compra não parece ser uma boa ideia. Por isso, pagar por aproximação, sem nenhum tipo de contato físico, foi a saída para milhares de consumidores.

De acordo com dados da Abecs, a modalidade movimentou R$ 22,7 bilhões de janeiro a setembro de 2020, um avanço de 478% em relação ao mesmo período de 2019. Em dezembro, o limite de transações sem o uso da senha passou de R$ 100 para R$ 200.

De olho nessa tendência, a Visa Brasil passou a investir nos pagamentos por aproximação em meios de transporte, como nas linhas da SPTrans em São Paulo, além do metrô e das barcas do Rio de Janeiro.

“Depois que o consumidor percebe a facilidade e a segurança do pagamento por aproximação, ele entra nessa tendência”, explica Fernando Teles, responsável pela operação da Visa no Brasil.

O sucesso desta modalidade fez com que muitos comerciantes mudassem a pergunta para os clientes “é por aproximação no crédito ou no débito?”.

2. Débito online veio para ficar

Para evitar sair de casa, os brasileiros passaram a comprar mais pela internet e descobriram o débito online.

Os pagamentos remotos por débito movimentaram cerca de R$ 25,6 bilhões no último trimestre de 2020, de acordo com a Abecs. Essa modalidade ganhou impulso com a conta social digital criada para facilitar o repasse de benefícios sociais, como o auxílio emergencial.

“Quando olhamos para os beneficiários do auxílio, eram pessoas que tradicionalmente usavam dinheiro e passaram a usar o cartão de débito. É um novo entrante, porque a pessoa não deixará de usar dinheiro, mas passará a usar esse novo recurso”, afirma Felipe Maffei, diretor de inovação e produtos da Elo.

De acordo com dados da bandeira, somente em 2020, foram feitas 116 milhões de transações. “As pessoas que tinham acesso ao auxílio com cartão debito online da Elo movimentaram cerca de R$ 40 bilhões ”, completa.

3. E-commerce: passear no shopping ficou no passado

Até quem nunca tinha feito compras pela internet se arriscou em alguma compra online durante a pandemia. Segundo um estudo realizado pela Mastercard em parceria com a Americas Market Intelligence (AMI) no final de 2020, 36% dos brasileiros planejam realizar mais compras online do que físicas e 27% pretendem optar pelo delivery de comida.

Para João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard, o e-commerce não sairá de moda, mesmo depois da pandemia.

“As compras do e-commerce vieram para ficar, e eu acredito que essa tendência crescerá duas vezes mais”, afirma.

As vendas online são uma das apostas para movimentar a economia este ano. Para Teles, estar no e-commerce só traz ganhos para os varejistas.

“Quando o varejo entra também no e-commerce, observa uma série de novos consumidores, além de passar a contar com uma série de informações sobre o seu negócio que não necessariamente tinha antes, como tíquete médio e pico de vendas”, explica.

Fonte: CNN Brasil

Categorias
Notícias

FEE e Prefeitura de Goiânia debatem medidas para conter avanço da Covid

O prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, promoveu na manhã desta sexta-feira (19/2) reunião com representantes do Fórum das Entidades Empresariais do Estado de Goiás – do qual faz parte a FCDL-GO – para debater novas medidas para conter o avanço do coronavírus na capital goiana. Durante o encontro, que ocorreu no Paço Municipal, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) apresentou os dados e as ações já executadas pela administração municipal e, principalmente, ouviu propostas do setor produtivo. A Prefeitura vai reunir nesta tarde seu comitê de crise da Covid-19 para discutir as propostas apresentadas e definir eventuais medidas.

A convocação do Fórum Empresarial, por iniciativa do prefeito Rogério Cruz, surgiu após o Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública (COE) ter divulgado nesta quarta-feira (18/2) recomendações mais duras aos municípios que apresentam avanços nos casos de pessoas infectadas pelo coronavírus em Goiás.

Conforme os dados da SMS, o cenário é de muita atenção, mas a capital goiana tem conseguido manter relativo controle sobre a doença e o Poder Público não tem medido esforços na execução de suas ações nesse período de pandemia. “Realizamos o trabalho no sentido de colocar em prática todas as normas sanitárias, conforme é a nossa realidade”, pontuou o secretário de Saúde, Durval Pedroso, acrescentando que a situação requer muita atenção, mas a Prefeitura faz o acompanhamento diário do cenário epidemiológico e tem antecipado medidas duras para reduzir a incidência da Covid-19 na cidade. “Goiânia tem se mostrado responsável, comprometida no combate à pandemia e não vamos relaxar”, garantiu.

Pedroso ressaltou a importância em discutir o assunto com o setor produtivo e pontuou que o prefeito Rogério Cruz está aberto ao debate. “A postura que o prefeito Rogério Cruz tem tomado é salutar, pois ficamos confortáveis em pedir opinião, discutir entre nós, secretários, com a sociedade civil e entender o que é melhor para a cidade. A prova maior disso é que estamos debatendo esse assunto tão sério com o Fórum Empresarial. Mostramos o que está acontecendo e qual a fundamentação para as decisões a partir dessa reunião”, disse Pedroso, ressaltando a transparência por parte da Prefeitura de Goiânia.

Todo esse trabalho, conforme Durval Pedroso, mostra a responsabilidade do prefeito Rogério Cruz em tomar as decisões e, assim, garantir a saúde pública e a economia da cidade e da população. “Precisamos contar com o apoio de todos”, frisou o secretário de Saúde, lembrando que as decisões são tomadas semanalmente e proporcionam condições de acompanhamento da Covid-19. O titular da SMS deu como exemplo a restrição do horário de funcionamento de bares, restaurantes e distribuidoras, além de outras medidas para conter o avanço da doença, bem como a fiscalização, que já visitou 396 estabelecimentos e autuou 76.

“As fiscalizações ocorreram em diferentes regiões, focando na dissipação de aglomerações, demais protocolos de prevenção e observância do horário de funcionamento de locais com vendas de bebidas alcoólicas”, explicou o secretário Durval Pedroso. Segundo ele, as principais irregularidades encontradas foram excesso de pessoas, não uso de máscaras, funcionamento irregular ou fora do horário.

O município também abriu, segundo ele, 52 novos leitos de UTI para atender pacientes de Covid-19, entre 28 de janeiro e 18 de fevereiro. “Em 20 dias, abrimos a média de 2,6 leitos de UTI por dia”, salientou Durval. Lembrando que a gestão eficiente permite que não haja espera por leitos na rede municipal e, ainda, dê suporte de atendimento a outros municípios. “Considerando as internações autorizadas desde 1º de janeiro, tivemos 117 destinadas a outras cidades, incluindo 35 leitos para atender aos pacientes de Manaus”, destacou o titular.

Já o titular da Secretaria Municipal de Governo (Segov), Andrey Azeredo, lembrou que as peculiaridades do município e as restrições mais duras já adotadas pela capital precisam ser levadas em consideração. “Os dados da SMS de Goiânia mostram uma situação diferente da que foi apresentada pelo COE, uma vez que nossa cidade tem feito o seu dever de casa”, disse o secretário Andrey Azeredo, citando que leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) foram ampliados e os monitoramentos e testes são oferecidos constantemente à população de Goiânia.

“Os testes, por exemplo, ocorrem todas as semanas em uma região da cidade e nos proporcionam clareza da maneira como a doença está evoluindo”, pontuou o secretário de Governo. Para ele, ao realizar esse encontro e compartilhar esses dados com o setor produtivo e toda a sociedade, o prefeito Rogério Cruz busca debater alternativas que gerem segurança a todas as pessoas e que permitam que a cidade continue em um ritmo específico de suas atividades.

“Essa é a maneira que podemos superar, em conjunto, todo esse momento que estamos vivenciando pela pandemia, levando em consideração que não adianta a administração municipal estabelecer um decreto sem que haja o envolvimento, participação e o respeito de toda sociedade”, avaliou.

Fórum Empresarial

Os representantes do Fórum das Entidades Empresariais do Estado de Goiás comentaram sobre o ineditismo da reunião, como ressaltou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel. “Essa iniciativa é muito louvável, pois abriu o diálogo e nós do setor produtivo estamos prontos para auxiliar e também para apresentar propostas”, disse.

Sandro Mabel revelou que o fórum apresentará ao Poder Municipal um documento que pode auxiliar o Comitê de Crise para o Enfrentamento da Covid-19 na tomada de decisões. “Sabemos que a SMS tem compromisso na condução do sistema de saúde da cidade”, avaliou Mabel, ao reivindicar que as indústrias mantenham o funcionamento para garantir abastecimento.

O presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio), Marcelo Baiocchi, elogiou a transparência das ações da SMS. Na ocasião, lembrou que a capital pode adotar medidas de restrições regionalizadas. “Podemos adotar que as novas regras sejam por regiões e assim endurecer as medidas onde se tem maior índice de contaminação”, sugeriu. Baiocchi defendeu que a situação de Goiânia seja analisada de forma separada das demais cidades, devido a suas particularidades.

Já o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), Rubens Fileti, disse que foi a primeira vez que um gestor de Goiânia fez reunião com o Fórum Empresarial com tanta consideração. “Essa abertura e a forma dos esclarecimentos nos colocam em uma situação muito confortável para auxiliar a Prefeitura de Goiânia na condução de todas as medidas que forem adotadas”, comentou, acrescentando que o Fórum Empresarial vai apoiar qualquer medida que for tomada pela Prefeitura, mesmo que seja no sentido de aumentar restrições a atividades econômicas.

Fonte: Mauro Júnio/Prefeitura de Goiânia

Categorias
Notícias

Combate ao desemprego e vacina devem ser prioridades, aponta pesquisa

Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, mostra que o combate ao desemprego (44%) e a vacina para o coronavírus (42%) foram apontados pelos consumidores brasileiros como prioridades do governo para que o desenvolvimento econômico do país seja retomado este ano. O ranking de temas que merecem a atenção em 2021 é seguido por saúde pública (38%) e educação (34%).

Na opinião dos entrevistados, a maior expectativa de melhorias para o Brasil é em relação ao aumento das oportunidades de emprego (36%) e aumento da concessão de crédito (35%). Por outro lado, é esperado um aumento da inflação (41%, com aumento de 20 p.p. em relação a 2019), aumento da inadimplência (41%, aumento de 18,5 p.p. em relação a 2019) e aumento da pobreza e da desigualdade social (36%).

Com relação ao momento atual, três em cada dez (29%) acreditam que a economia está retomando o crescimento, seja de forma lenta (24%) ou acelerada (5%). Já para metade dos entrevistados (50%), a economia ainda não retomou o crescimento, sendo que 26% acreditam que isso irá acontecer em breve, e 24% que ainda vai demorar para acontecer. Por fim, 16% acreditam que a economia esteja piorando.

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca a importância da vacinação em massa da população para o processo de retomada econômica e de geração de empregos no país.

“O desemprego elevado é sem sombra de dúvidas um dos grandes desafios a serem enfrentados pelo país agora em 2021, o que se agrava diante de um cenário de pandemia, economia pouco aquecida e situação fiscal preocupante”, diz José César. “Mais do que solução definitiva no combate à doença, a vacinação vai representar a retomada das atividades econômicas. Somente com a população imunizada será possível reaver as atividades do dia a dia da população, a dinamização do consumo e a geração de empregos no país”, afirma Costa.

Maioria vê medidas do governo com pessimismo

A pandemia da Covid-19 trouxe um cenário de insegurança e incertezas para a população. De acordo com o levantamento, 39% dos entrevistados afirmam estar pessimistas ou muito pessimistas quanto à adoção de medidas pelo governo que incentivem o desenvolvimento do país, 28% não estão otimistas nem pessimistas, e 27% estão otimistas ou muito otimistas.

Quanto ao desempenho do governo federal, a maioria dos entrevistados (29%) considera como ‘Boa’ a atuação com relação às medidas de auxílio à população frente à pandemia. Já as ações junto a educação (31%), saúde (29%), combate à pandemia (29%) e medidas de auxílio às empresas devido ao coronavírus (36%) foi considerada ‘Regular’ pela maioria. Com relação aos impostos (34%) e taxa de juros (33%), a maioria dos entrevistados consideram que a atuação do governo foi ‘Péssima’.

Fonte: CNDL

Categorias
Notícias

FCDL-GO lamenta morte de fundador da CDL de São Luís de Montes Belos

A FCDL-GO lamenta o falecimento nesta terça-feira (02) do ex-presidente da CDL de São Luís de Montes Belos Pompeu Porto Damaceno, fundador daquela Câmara de Dirigentes Lojistas.

Pompeu morreu em decorrência de sequelas provocadas pela Covid-19.

Figura querida no movimento lojista, Pompeu Porto Damaceno fundou a CDL de São Luís de Montes Belos em 1976. Colegas da classe consideravam Pompeu um comerciante solidário e proativo na defesa do segmento.

Pompeu Damaceno era um dos comerciantes mais conhecidos de São Luís de Montes Belos – Foto: Acervo pessoal

“A partida do Pompeu já é muito sentida na classe lojista. Ele deixa uma lacuna enorme, que dificilmente será preenchida à altura de toda a liderança que conquistou no comércio de São Luis e do estado de Goiás. Perdemos um líder de coração bondoso e compassivo”, diz o presidente da FCDL-GO, Valdir Ribeiro.

Consternada, a FCDL-GO se coloca à disposição dos familiares de Pompeu nesse momento de dor e despedida.

Fonte: Assessoria de Comunicação/FCDL-GO

Categorias
Notícias

Pandemia impactou as finanças de 8 em cada 10 brasileiros

A Covid-19 abalou o mundo todo causando impactos não somente na área da saúde, mas também sociais e econômicos. Para os brasileiros, a pandemia afetou diretamente suas finanças, é o que mostra levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil em parceria com a Offer Wise Pesquisas.

De acordo com a pesquisa, realizada em todas as capitais do país, para 62% dos entrevistados a situação econômica do país foi pior em 2020 do que em 2019, com uma diferença de 31 pontos percentuais em relação a 2019. No mesmo sentido, a situação financeira pessoal piorou para 45% dos entrevistados.

O motivo mais citado para a piora das finanças familiares é o fato de o salário/rendimento não ter aumentado na mesma proporção dos preços dos produtos/serviços (52%), seguido da redução da renda familiar (45%) e do desemprego do entrevistado ou de alguém da família (42%). 97% dos que tiveram piora nas finanças pessoais afirmam ter havido influência do cenário de pandemia, refletindo os impactos causados pela Covid-19 na vida financeira da maioria dos brasileiros.

Além disso, oito em cada dez entrevistados (81%) fizeram cortes no orçamento em 2020, principalmente para redirecionar o valor ao pagamento de contas básicas do dia a dia (53%), para conseguir guardar dinheiro (37%) e para o pagamento de contas em atraso (30%). Os consumidores fizeram cortes principalmente na compra de itens de calçado e vestuário (47%), refeições delivery e fora de casa (46%), e idas a bares e casas noturnas (39%).

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca que o aumento do desemprego causado pela pandemia contribuiu para a piora do cenário econômico do país.

“O desemprego elevado é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes desafios a serem enfrentados pelo país agora em 2021, o que se agrava diante de um cenário de pandemia ainda não controlada, economia pouco aquecida, desentendimentos políticos e situação fiscal preocupante”, aponta Costa.

89% não conseguiram realizar pelo menos um dos projetos para 2020

Quando perguntados sobre as experiências financeiras que vivenciaram ao longo de 2020, 37% afirmam que conseguiram pagar as contas em dia ao longo do ano. Apesar disso, 31% tiveram que abrir mão de produtos ou serviços que consumiam, 30% fizeram uso de alguma reserva financeira que possuíam e 27% ficaram desempregados.

Com relação aos projetos para 2020 que envolviam planejamento financeiro, 60% afirmam que conseguiram alcançar pelo menos um dos objetivos que haviam traçado. Os mais citados foram o pagamento de dívidas atrasadas (18%), a realização de algum tratamento médico (17%) e a formação de uma reserva financeira (13%).

Apesar disso, 89% não conseguiram realizar todos os projetos planejados para o último ano, deixando de atingir principalmente a reforma ou compra de uma casa (24%), a contribuição para a reserva financeira (23%) e a realização de uma grande viagem (23%). Os principais empecilhos para concluir tais projetos foram o aumento dos preços (50%), o fato de possuir pouco dinheiro (40%) e a situação de desemprego, seja do próprio entrevistado ou de algum familiar (30%).

De acordo com a pesquisa, 78% afirmam que a pandemia exerceu impactos na vida financeira da família, e com isto 49% passaram a evitar a compra de itens de vestuário sem necessidade, 44% cortaram ou diminuíram os gastos com lazer, 40% passaram a fazer mais pesquisa de preço e 38% reduziram as refeições delivery e/ou fora de casa.

Três em cada dez temem não conseguir emprego em 2021

Mesmo com o ano difícil vivenciado pelo brasileiro em 2020, os sentimentos com relação a 2021 são positivos para a maioria. Dessa forma, 59% esperam que este ano seja melhor do que o anterior com relação ao cenário econômico do país, principalmente porque acreditam que a vacina para o coronavírus vai ajudar na recuperação da economia (51%), e por serem sempre otimistas, independente os problemas (51%).

As expectativas para a vida financeira pessoal também são otimistas: 64% acreditam que o ano que se inicia será melhor do que 2020. As principais consequências de uma vida financeira melhor neste ano serão conseguir manter o pagamento das contas em dia (62%), conseguir economizar dinheiro (54%) e realizar algum sonho de consumo (46%).

Já entre os projetos que os entrevistados mais esperam realizar em 2021 estão juntar dinheiro (48%), comprar ou reformar a casa (28%), sair do vermelho (27%) e fazer uma viagem (26%). Os motivos mais citados para acreditar que seus projetos serão realizados são o fato de ter esperança de que as coisas vão melhorar (69%) e estar se organizando financeiramente para isso (43%).

Apesar da maioria estar otimista com a economia e as finanças, há ainda uma parcela considerável de consumidores que não se sente dessa maneira. Com relação ao cenário econômico, 17% acreditam que ele vai permanecer igual em 2021, e 12% que pode piorar. Quando se trata da vida financeira familiar, 19% esperam que ela se mantenha igual a 2020, e 7% esperam que ela piore.

Além disso, 90% possuem algum temor relacionado à vida financeira para 2021, principalmente não ser capaz de pagar suas contas (46%), não conseguir guardar dinheiro (40%), e não conseguir um emprego (27%).

Fonte: CNDL